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Fred Gahyva defende união de esforços na luta ambiental durante audiência pública na Câmara de Cuiabá

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Diego Nunes – Assessoria do Vereador Fred Gahyva

O vereador Fred Gahyva (Republicanos) participou na manhã desta quarta-feira (14) da audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal de Cuiabá. Com foco na sustentabilidade, o encontro debateu a preservação do meio ambiente, o combate às queimadas urbanas e a proteção do Rio Cuiabá. A proposta é integrar o poder público, organizações religiosas e a sociedade civil na busca por soluções concretas para os desafios ambientais da capital.
A audiência foi conduzida pelo vereador Mário Nadaf (PV), membro da Comissão de Meio Ambiente, que tem como presidente a vereadora Dra. Mara (Podemos) e como integrante a vereadora Maria Avalone (PSDB). O diálogo reuniu lideranças políticas, religiosas, jovens e representantes da sociedade.
Durante sua fala, o vereador Fred Gahyva destacou a importância de envolver a juventude e instituições religiosas nas ações de conscientização e preservação ambiental. Ele reforçou a necessidade de iniciativas de grande impacto para o reflorestamento urbano e valorizou o papel do prefeito Abílio nesse processo.
“Quando plantamos uma árvore hoje, estamos oferecendo sombra no presente e consciência para o futuro. O maior desafio não é urbanizar bairros distantes, mas sim reurbanizar o centro histórico da cidade e transformá-lo em um espaço agradável para todos”, afirmou o parlamentar, que também é arquiteto urbanista.
Fred Gahyva concluiu sua participação com um apelo à responsabilidade coletiva: “Talvez eu nem esteja presente quando essa árvore estiver grande, mas o que importa é o legado que deixamos para os nossos filhos e netos. Vamos lutar pelo futuro de todos nós”.
A audiência reforça o compromisso da Câmara de Cuiabá com a pauta ambiental e evidencia a importância da articulação entre diferentes setores da sociedade na construção de uma cidade mais sustentável.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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