BRASIL
MTE vai receber prefeitas e prefeitos da 26ª Marcha a Brasília
BRASIL
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está de portas abertas para receber os participantes da “26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios”, que começou nesta segunda-feira (19) e vai até a próxima quinta-feira (22), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF), com o lema “Autonomia Municipal: a Força que Transforma o Brasil”. No evento está previsto participação de mais de 13 mil inscritos, segundo dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), promotora do evento.
Por meio da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos (Aspar/GM), o MTE está realizando o atendimento a todos os prefeitos, prefeitas e demais gestores que forem à sede do Ministério em busca de informações sobre convênios e parcerias. O objetivo é ampliar a parceria entre governo federal e prefeituras com o fortalecimento das políticas de emprego no país.
No MTE, os prefeitos e prefeitas e suas equipes poderão obter informações detalhadas sobre os 11 programas estratégicos do ministério, como o Sistema Nacional de Emprego (Sine), o Programa Escola do Trabalhador 4.0 e o Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). A adesão a essas iniciativas permite que os municípios ampliem suas ofertas de emprego, qualificação profissional e incentivo ao cooperativismo.
“A parceria entre governo federal e prefeituras é essencial para o fortalecimento das políticas de emprego no país. Os programas do MTE são ferramentas valiosas para o desenvolvimento da vida nas cidades”, afirmou o ministro Marinho. Segundo ele, a proposta é que, após a visita ao MTE, os gestores e gestoras voltem para as suas cidades com informações concretas sobre como aderir e implementar essas iniciativas”, afirmou.
A agenda tem uma série de temas sensíveis para os gestores locais. Entre os destaques estão a PEC 66/2023, a regulamentação da Reforma Tributária e os impactos dos desastres naturais nas finanças municipais.
26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
ATENDIMENTO INSTITUCIONAL (SEM AGENDAMENTO)
📅 Data: 19 a 22 de maio de 2025
🕚 Horário: Manhã: 9h às 12 | Tarde: 14h às 17h
📌 Onde: Ministério do Trabalho e Emprego, Esplanada dos Ministérios, Bloco F, Gabinete do Ministro, 5º andar**, ASPAR 0 sala 540*
BRASIL
Indústria estratégica e setores afetados pela guerra no Oriente Médio poderão acessar mais R$ 15 bi do Plano Brasil Soberano
O governo brasileiro publicou Portaria Conjunta do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Fazenda, nessa quarta-feira (15/4), que define os setores que poderão acessar os recursos adicionais de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, anunciados pelo presidente Lula no mês passado.
Os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas que tiveram suas exportações afetadas por medidas tarifárias dos EUA (seção 232) e pela guerra no Oriente Médio.
Os recursos são oriundos do superavit do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e as taxas de juros dos empréstimos deverão ser definidas nesta semana em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
“A medida fortalece cadeias estratégicas e reduz vulnerabilidades externas”, destaca o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa. “A orientação do Presidente Lula é mantermos o foco na preservação de empregos, da capacidade produtiva e da competitividade da indústria nacional, utilizando instrumentos modernos e legítimos de política industrial, alinhados às melhores práticas internacionais”.
A MP que instituiu o programa, estabelece que os recursos podem ser usados para: capital de giro; aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção; e investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.
Setores
De acordo com Márcio Elias Rosa, a definição dos setores de média, média-alta ou alta intensidade tecnológica, listados na portaria como elegíveis ao programa, seguiu critérios técnicos baseados na classificação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), contando com a colaboração do BNDES.
A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial.
“Os critérios são objetivos e técnicos: intensidade tecnológica, relevância para o comércio exterior e papel estratégico nas cadeias produtivas. Além disso, há recorte adicional de vulnerabilidade externa”, explicou o ministro.
Entre os setores elegíveis estão: máquinas, equipamentos e setor automotivo; produtos químicos e farmacêuticos; eletrônicos e equipamentos de informática; aeronáutica e demais equipamentos de transporte; máquinas elétricas, geradores e equipamentos industriais; borracha e plásticos industriais; têxtil e cadeia de transformação associada; e minerais críticos e terras raras.
“A inclusão de minerais críticos e terras raras reflete a centralidade desses insumos nas cadeias globais de valor — especialmente em energia, defesa, semicondutores e mobilidade elétrica”, explica Márcio Elias Rosa.
EUA e Golfo Pérsico
Nos casos de exportadores e fornecedores afetados pela Seção 232 da lei comercial dos EUA, bem como daquelas que exportam para o Golfo Pérsico, são elegíveis as empresas cujo percentual de faturamento com exportação para esses destinos e produtos tenha sido, em 12 meses, igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período.
Os países do Oriente Médio definidos na portaria são: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Kuwait e Omã.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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