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Impactos da Gripe Aviária no Mercado Agropecuário: Análise do Itaú BBA

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O mercado agropecuário brasileiro está em alerta devido ao recente surto de gripe aviária detectado em diferentes regiões do país. Conforme análise do Itaú BBA, a ocorrência da doença pode afetar diretamente o setor avícola, com impactos na produção, exportação e preços.

Medidas Adotadas para Controle da Doença

Para conter a disseminação da gripe aviária, as autoridades sanitárias intensificaram a fiscalização e as medidas de controle. Isso inclui a restrição de movimentação de aves nas áreas afetadas, além da eliminação dos animais contaminados, visando evitar prejuízos maiores.

Consequências para a Produção de Frangos

A doença pode levar a uma redução significativa na oferta de frangos, principal proteína consumida no país. Com a diminuição da produção, espera-se pressão para o aumento dos preços no mercado interno, além de possíveis impactos na exportação, com limitações impostas por países importadores.

Efeitos na Balança Comercial e Exportações

O surto de gripe aviária também pode influenciar a balança comercial do setor. O Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de carne de frango, pode enfrentar restrições temporárias nas vendas internacionais, o que pode afetar a receita do setor e a geração de empregos.

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Perspectivas para o Setor Avícola

Apesar dos desafios, o Itaú BBA destaca que a retomada da normalidade na produção avícola dependerá do controle efetivo da doença. A expectativa é que, com as medidas sanitárias adotadas, o setor consiga se recuperar gradativamente, minimizando impactos econômicos de médio e longo prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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