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Ações chinesas caem em Hong Kong com novas tensões comerciais entre China e EUA

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As ações chinesas listadas em Hong Kong fecharam em baixa nesta segunda-feira (2), atingindo o menor nível em quase um mês. O movimento reflete o aumento das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, após declarações do ex-presidente Donald Trump.

Tensões comerciais pressionam o mercado

As bolsas da Ásia registraram desempenho misto nesta segunda-feira, com destaque para a queda nas ações chinesas em Hong Kong. O principal motivo foi a retomada das tensões comerciais entre Pequim e Washington.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a China de descumprir o consenso firmado durante as negociações realizadas em maio, em Genebra. Em resposta, o Ministério do Comércio da China classificou as declarações como “infundadas” e prometeu medidas firmes para proteger seus interesses.

Desempenho dos índices em Hong Kong

O índice Hang Seng China Enterprises, que reúne empresas chinesas listadas em Hong Kong, caiu 0,9%, atingindo o menor patamar desde 6 de maio.

Já o índice Hang Seng recuou 0,57%, encerrando o dia em 23.157 pontos.

As perdas foram disseminadas entre os setores. O Hang Seng Tech registrou queda de 0,7%, enquanto o setor de saúde recuou quase 2%.

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Mercado chinês fechado por feriado

Os mercados da China continental, incluindo as bolsas de Xangai e Shenzhen, permaneceram fechados nesta segunda-feira por conta de um feriado nacional. As negociações serão retomadas na terça-feira.

Possível diálogo entre Trump e Xi Jinping

Segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, os presidentes Donald Trump e Xi Jinping devem se reunir em breve para tratar das disputas comerciais. Um dos temas centrais será o impasse sobre minerais essenciais.

Panorama dos principais mercados asiáticos

Além de Hong Kong, outros mercados da Ásia também apresentaram resultados variados:

  • Tóquio (Nikkei 225): queda de 1,3%, aos 37.470 pontos
  • Seul (Kospi): leve alta de 0,05%, aos 2.698 pontos
  • Taiwan (Taiex): recuo de 1,61%, aos 21.002 pontos
  • Cingapura (Straits Times): queda de 0,10%, aos 3.890 pontos
  • Sydney (S&P/ASX 200): queda de 0,24%, aos 8.414 pontos

A retomada das preocupações tarifárias entre China e Estados Unidos volta a influenciar negativamente o desempenho das bolsas asiáticas. O mercado segue atento às movimentações diplomáticas e à possível conversa entre os líderes das duas maiores economias do mundo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

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Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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