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Expansão da ferrovia no Sul do Brasil impulsiona transporte sustentável e eficiência logística

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A expansão ferroviária no Sul do Brasil representa um avanço estratégico para a logística nacional. O projeto Nova Ferroeste prevê a construção de mais de 3.000 km de trilhos, conectando as regiões produtivas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul aos principais portos do país. Essa iniciativa visa tornar o escoamento de cargas mais eficiente, competitivo e sustentável.

Redução de custos e impacto ambiental

Com a nova malha ferroviária, espera-se uma redução significativa dos custos logísticos, além da diminuição das emissões de carbono. A ampliação da ferrovia também contribuirá para desafogar o tráfego nas rodovias, trazendo mais segurança e fluidez para o transporte.

Agilidade e sustentabilidade para diversos setores

O transporte de grãos, minérios, produtos industrializados e algodão deverá ganhar mais agilidade e menor impacto ambiental. Essa transformação é fundamental para melhorar a competitividade do agronegócio e da indústria nacional, tanto no mercado interno quanto no externo.

Brasil rumo a uma logística mais verde e conectada

O avanço ferroviário coloca o Brasil em uma trajetória alinhada às demandas globais de sustentabilidade e descarbonização. Com a Nova Ferroeste, o país se prepara para um futuro mais ágil, conectado e eficiente, fortalecendo sua infraestrutura e ampliando oportunidades para toda a cadeia produtiva do Sul.

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Cargo Control Brasil destaca benefícios da nova malha

Segundo a Cargo Control Brasil, “a nova malha ferroviária impulsionará o transporte sustentável, reduzirá o uso das rodovias e fortalecerá o escoamento de cargas essenciais.” A empresa acompanha de perto o desenvolvimento do setor para oferecer soluções que atendam às novas demandas do mercado. “Fale com nossos especialistas e prepare sua operação para um futuro mais ágil, sustentável e competitivo”, conclui.

O projeto Nova Ferroeste é um passo importante para modernizar a logística brasileira e reforçar o papel do país como um grande player global em transporte sustentável e eficiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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TIP na pecuária ganha força na estiagem e aumenta eficiência produtiva no sistema a pasto

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Estiagem pressiona pecuária e exige estratégias mais eficientes de terminação

O período de estiagem segue como um dos maiores desafios para a pecuária de corte no Brasil. A redução na disponibilidade e qualidade das pastagens compromete o ganho de peso dos animais e impacta diretamente a rentabilidade das propriedades rurais.

Diante desse cenário, a Terminação Intensiva a Pasto (TIP) vem ganhando protagonismo entre os pecuaristas como uma alternativa mais eficiente e equilibrada em relação ao semiconfinamento tradicional durante a estação seca.

TIP aumenta suplementação e reduz dependência do pasto

De acordo com o zootecnista e diretor técnico industrial da Connan, Bruno Marson, a principal diferença entre os sistemas está no nível de suplementação adotado.

No semiconfinamento tradicional, a suplementação na fase de terminação varia entre 0,8% e 1,2% do peso vivo dos animais. Já na TIP, especialmente no período seco, esse nível pode chegar a até 2% do peso vivo, reduzindo a dependência direta das pastagens.

Segundo o especialista, esse modelo permite maior previsibilidade produtiva e melhor desempenho mesmo em condições climáticas adversas.

“A suplementação estratégica é o grande diferencial da TIP. O sistema permite maior lotação e ganhos elevados de carcaça, entre 0,900 kg e 1,200 kg por animal ao dia”, explica Marson.

Semiconfinamento perde eficiência na seca, aponta especialista

Para Marson, o semiconfinamento apresenta melhores resultados durante o período das águas, quando há maior oferta de pasto de qualidade.

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No entanto, na estiagem, a dependência das forragens naturais aumenta os custos e reduz a eficiência produtiva.

“O semiconfinamento é uma boa estratégia no período chuvoso. Já na seca, a TIP se mostra mais eficiente, pois o pasto passa a ser usado como fonte de fibra, enquanto os demais nutrientes são fornecidos no cocho”, destaca.

Maior lotação melhora uso da área e reduz custos fixos

Um dos principais diferenciais da TIP está na intensificação do uso da área. O sistema permite trabalhar com lotação entre 6 e 8 unidades animais por hectare (UA/ha), ampliando a eficiência produtiva da propriedade.

Além disso, a concentração de animais em terminação libera áreas para outras categorias do rebanho, favorecendo o manejo das pastagens e contribuindo para a sustentabilidade do sistema produtivo ao longo do ciclo.

Intensificação a pasto reforça sustentabilidade na pecuária

Segundo o especialista, a TIP também contribui para a sustentabilidade da atividade pecuária ao promover melhor manejo do solo e das forrageiras.

Esse modelo favorece maior retenção de água no solo, reduz a degradação das pastagens e melhora a eficiência biológica do sistema, fatores cada vez mais importantes diante da maior frequência de períodos secos.

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Eficiência e controle de custos são determinantes na estiagem

Para Bruno Marson, a adoção de estratégias mais intensivas durante a seca é fundamental para garantir competitividade na pecuária de corte.

“Durante a estiagem, a eficiência operacional, o ganho de peso consistente e o controle de custos são determinantes para a rentabilidade da fazenda. Nesse cenário, a TIP se destaca como uma das melhores alternativas de terminação a pasto”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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