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Nova fase da Agronegociar conecta agricultores, extensionistas e pesquisadores em plataforma nacional

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A Agronegociar, plataforma digital criada em 2016 para conectar produtores rurais, compradores e demais agentes do agronegócio, dá um passo importante em sua expansão ao firmar parceria com a Asbraer (Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural, Pesquisa Agropecuária e Regularização Fundiária). A iniciativa marca uma nova fase da plataforma, agora com foco na integração entre agricultores, extensionistas e pesquisadores de todo o país.

Confira os principais destaques da nova etapa:

De marketplace a hub completo de desenvolvimento rural

Inicialmente lançada como um marketplace para facilitar a compra e venda de produtos agrícolas, a Agronegociar evoluiu para um ambiente digital mais amplo, atuando como um verdadeiro hub de desenvolvimento rural.

A plataforma já está presente em todos os estados brasileiros, somando:

  • Mais de 35 mil lotes anunciados
  • 20 mil usuários cadastrados
  • Mais de 100 mil interações entre compradores e vendedores

A negociação ocorre de forma simples, por meio de chat direto, com suporte a serviços complementares, como frete, seguros e armazenagem.

Parceria com a Asbraer fortalece integração técnica e científica

Com a nova parceria com a Asbraer, a Agronegociar passa a ter atuação integrada com:

  • Quase 14 mil extensionistas
  • Mais de 1.100 pesquisadores
  • Ligados a 31 entidades de ATER, pesquisa e regularização fundiária, como a Emater
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Segundo Júnior Rodrigues, gerente de produto da Agronegociar, a parceria é um marco para a plataforma:

“É uma conquista importante e um reconhecimento da nossa proposta. Agricultores, entidades e pesquisadores ligados à Emater irão usar nossas ferramentas para facilitar o dia a dia no campo, divulgar cursos, compartilhar conhecimento e apoiar ações locais.”

Três pilares sustentam nova fase da Agronegociar

A expansão da Agronegociar está estruturada em três pilares principais:

  • Fortalecimento do senso de comunidade
  • Expansão do modelo de negócios
  • Geração de valor real para os usuários

“Oferecemos gratuitamente informação, capacitação e conexões, tudo em um só lugar, fortalecendo ainda mais o setor produtivo rural”, afirma Rodrigues.

Serviços gratuitos e inclusão digital

Além da comercialização, a plataforma passa a oferecer serviços gratuitos voltados para:

  • Integração entre produtores, técnicos e pesquisadores
  • Distribuição de conteúdo técnico
  • Capacitação e agenda de eventos
  • Espaço para troca de experiências
Promoção da inclusão digital

Para os produtores, isso significa mais visibilidade e negociações rápidas. Para os compradores, acesso direto a milhares de agricultores, com redução de custos operacionais e segurança nas transações.

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“Queremos estar presentes no dia a dia dos usuários, e não apenas no momento da negociação. Nosso objetivo é transformar visitas pontuais em interações quase diárias, com conteúdos e oportunidades que mantenham os usuários engajados”, finaliza Rodrigues.

Com foco na agricultura familiar, extensão rural e inovação, a nova fase da Agronegociar reforça o compromisso com o fortalecimento do campo brasileiro por meio da tecnologia e da cooperação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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