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Enfardamento adequado do algodão garante qualidade da fibra e facilita o transporte

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Após alcançar o posto de maior exportador mundial de algodão, o Brasil se organiza para mais uma colheita expressiva. De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a produção nacional deve crescer cerca de 6% em 2025, saltando de 3,69 milhões de toneladas para 3,91 milhões de toneladas.

Cuidado no processo é essencial para a qualidade da fibra

Para atingir esse patamar, a cadeia produtiva do algodão exige atenção em todas as etapas, desde a colheita até o armazenamento. Segundo Bruno Nolasco, gerente de negócios da Belgo Arames, o algodão é uma fibra sensível e de grande importância socioeconômica para o país, o que exige cuidado especial no enfardamento.

“O enfardamento é uma fase delicada. Se feito de forma inadequada, pode comprometer a integridade da fibra e causar perdas no transporte”, alerta.

Etapas do processamento até o enfardamento

Antes de ser enfardado, o algodão passa por processos como o descaroçamento — separação das fibras das sementes — e a limpeza, para se transformar em pluma. Em seguida, é prensado em fardos, o que reduz o volume e facilita o armazenamento, transporte e embarque, otimizando os custos logísticos.

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Importância do uso de arames de qualidade

Para garantir a integridade dos fardos durante o manuseio e o transporte, Bruno Nolasco recomenda o uso de arames resistentes e de qualidade. “Eles suportam melhor os esforços durante o armazenamento e transporte. Além disso, em caso de incêndio, não contribuem para a propagação das chamas, mantendo os fardos intactos por mais tempo”, explica.

Solução desenvolvida especialmente para o setor

Com foco nas necessidades da cotonicultura, a Belgo Arames, referência no setor de aço há mais de 50 anos, desenvolveu o Belgo Laço Algodão, um arame especialmente projetado para o enfardamento da pluma.

Segundo Nolasco, o produto oferece maior resistência, evita a contaminação da fibra e está disponível em diferentes diâmetros, conforme a densidade dos fardos. “O arame Belgo também dificulta a propagação de fogo em casos de incêndio, reduzindo o risco de perdas e aumentando a segurança no transporte”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Confinamento de bovinos em 2026 exige planejamento e controle sanitário para elevar eficiência na pecuária de corte

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O início do confinamento de bovinos em 2026 marca uma das etapas mais estratégicas da pecuária de corte no Brasil, exigindo alto nível de planejamento nutricional, sanitário e de manejo. O momento é considerado decisivo para o desempenho dos animais e para a eficiência produtiva ao longo do ciclo.

O Brasil, que abriga um dos maiores rebanhos bovinos do mundo com 238,2 milhões de cabeças, segue ampliando o uso de sistemas intensivos como o confinamento, que ganha relevância dentro da cadeia produtiva da carne.

Exportações aquecidas reforçam pressão por eficiência na pecuária

O desempenho do mercado externo também contribui para intensificar a busca por eficiência. No primeiro trimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne bovina somaram 801,9 mil toneladas, com receita de US$ 4,33 bilhões.

O resultado representa crescimento de 18,4% no volume e alta de 34,3% na receita em relação ao mesmo período de 2025, confirmando a forte demanda global e a necessidade de ganho de produtividade no campo.

Confinamento cresce e se consolida como sistema estratégico

A adoção do confinamento tem avançado de forma consistente no país. Em 2025, a engorda intensiva alcançou 9,25 milhões de cabeças, alta de 16% em relação ao ano anterior, distribuída em 2.445 propriedades em 1.095 municípios brasileiros.

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O sistema permite maior previsibilidade de produção, padronização de lotes e redução do tempo até o abate, além de contribuir para melhor gestão das pastagens e maior eficiência no uso de recursos.

Sanidade e nutrição são decisivas na entrada do confinamento

Especialistas do setor destacam que o início do confinamento é um período crítico, no qual o planejamento sanitário e nutricional impacta diretamente os resultados produtivos.

Entre os principais pontos de atenção está o controle de parasitas. Animais com alta carga parasitária apresentam menor ganho de peso, pior conversão alimentar e maior vulnerabilidade a doenças, comprometendo o desempenho já nas primeiras semanas de confinamento.

A vermifugação na entrada do sistema é considerada uma prática essencial para garantir melhor aproveitamento da dieta e maior eficiência produtiva.

Tecnologia e protocolos sanitários elevam desempenho do rebanho

Segundo especialistas do setor, a adoção de protocolos bem estruturados e tecnologias de suporte à produção tem impacto direto na rentabilidade da atividade.

O Gerente de Produto da Linha de Terminação da Zoetis, Daniel Miranda, destaca que o planejamento é determinante para o sucesso do confinamento. Segundo ele, a combinação entre manejo adequado, sanidade e tecnologia garante maior previsibilidade e eficiência operacional.

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A empresa reforça ainda o papel de soluções como endectocidas e vacinas de proteção prolongada, que auxiliam no controle de parasitas e na prevenção de doenças respiratórias, contribuindo para o melhor desempenho dos animais durante o ciclo intensivo.

Pecuária brasileira avança em eficiência e sustentabilidade

O avanço do confinamento reflete a evolução da pecuária brasileira em direção a sistemas mais tecnificados e produtivos. A intensificação da produção busca atender à crescente demanda global por carne bovina, ao mesmo tempo em que otimiza recursos e melhora indicadores zootécnicos.

Com o mercado externo aquecido e margens cada vez mais dependentes da eficiência, o planejamento na entrada do confinamento se consolida como fator decisivo para a competitividade da pecuária de corte em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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