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MEC participa de debate sobre EPT no novo plano de educação
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Nesta terça-feira, 17 de junho, o Ministério da Educação (MEC) participou de audiência pública na Câmara dos Deputados, debatendo os objetivos 11 e 12 do novo Plano Nacional de Educação (PNE), proposto pela pasta para o decênio de 2024 a 2034 (PL nº 2614/2024). A comissão especial que analisa o novo plano proporcionou um amplo debate sobre o acesso, a permanência, a conclusão e a qualidade na educação profissional, envolvendo diversos atores que atuam nessa modalidade educacional no país.
O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, detalhou como a pasta tem trabalhado para garantir o alcance do objetivo 11, que trata da ampliação do acesso e a permanência na educação profissional e tecnológica (EPT), com redução de desigualdades e inclusão; e do objetivo 12, que visa garantir a qualidade e a adequação da formação às demandas da sociedade, do mundo do trabalho e das diversidades de populações e de seus territórios na EPT.
“Nos últimos dois anos [2019 – 2024] conseguimos, mediante atuação dos entes ofertantes de cursos técnicos de nível médio, sair do patamar de 11,7% para 17,2% de estudantes matriculados nessa modalidade”, informou o secretário. Ainda segundo ele, o novo PNE objetiva a expansão do número de matrículas para que pelo menos a metade do número de estudantes do ensino médio cursem também o ensino técnico. “No aspecto quantitativo, estamos observando o aumento da educação de jovens e adultos vinculada à educação profissional e tecnológica e a ampliação da oferta da qualificação profissional para melhoria da inserção dos jovens no mundo do trabalho”, explicou Bregagnoli.
Política – Com o intuito de promover a garantia da qualidade da EPT, prevista na meta 12 do novo PNE, o MEC está implementando a Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT). A iniciativa foi instituída pela Lei nª 14.645, de 2 de agosto de 2023 e propõe a avaliação da qualidade dessa modalidade educacional, investimentos em formação de profissionais, promoção de diagnósticos que tratam da permanência de êxito dos estudantes, além do aproveitamento dos estudos realizados em cursos técnicos na graduação.
Propag – O programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) também está diretamente alinhado às metas do PNE (2024-2034), principalmente para a expansão das vagas em EPT. A iniciativa prevê descontos nos juros da dívida das unidades federativas com a União, oferecendo condições mais vantajosas para os estados aplicarem parte dos valores que deixarão de pagar em juros na formação profissional da população. O Propag tem como meta a geração de 3,3 milhões de vagas, sendo 2,6 milhões em cursos técnicos articulados ao ensino médio.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palácios, também integrou a mesa de debates e reafirmou que o censo escolar e da educação superior produzem dados robustos que tratam da EPT. “A concepção que estamos levando não é fazer um censo novo; é complementar o censo da educação básica e o censo da educação superior de modo que trajetórias mais flexíveis e itinerários construídos para uma diplomação intermediária que possam ser adequadamente acompanhados”, afirmou Palácios.
Também participaram da audiência Davi Santos, do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed); Anna Beatriz Waehneldt, do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) Nacional; Marilza Regattieri, da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Diogo Jamra, da Fundação Itaú Educação e Trabalho; Maria Martins, do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe); Heleno Araújo Filho, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE); André Velasques, do Centro Paula Souza; Marcelo Ponciano, do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif); e Maria Ferreira, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
PNE – O Plano Nacional de Educação (PNE) é um plano estratégico, instituído por lei, que estabelece diretrizes, objetivos, metas e estratégias para a educação no Brasil ao longo de dez anos, visando orientar e promover a melhoria da qualidade da educação em todos os níveis e modalidades de ensino. O PNE em vigor foi instituído pela Lei 13.005/2014, para o decênio de 2014/2024, e prorrogado até 31 de dezembro de 2025, de acordo com a Lei 14.934/2024). Em 2024, o governo federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), enviou para o Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 2.614, de 2024, que propõe o Plano Nacional de Educação para o próximo decênio.
Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Setec
Fonte: Ministério da Educação
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No ABC, Luiz Marinho chama empresas locais e institutos de formação a firmar parceria de qualificação profissional com o MTE
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, salientou a importância das parcerias entre o Governo Federal e os entes estaduais e municipais para que as políticas públicas cheguem aos cidadãos. “Existe a obrigação do fazer dos entes públicos, mas as políticas só são executadas quando há vontade política e a integração para que as políticas públicas aconteçam advém do diálogo”, afirmou o ministro ao participar nesta sexta-feira (16), em Ribeirão Pires (SP), do lançamento da Escola do Trabalhador 4.0, numa parceria com a prefeitura e de um diálogo com prefeitos e entidades formativas em Santo André.
Durante o encontro com prefeitos e entidades formativas, na sede da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, o ministro salientou às prefeituras e representantes de institutos federais de ensino presentes a aderirem à política de qualificação profissional do Ministério do Trabalho e Emprego, que oferece cursos de formação, via Escola do Trabalhador 4.0, nas áreas de tecnologia, produtividade e competências digitais, como parte do Programa Caminho Digital.
A Escola do Trabalhador 4.0 é uma plataforma on line, numa parceria do MTE com a Microsoft, que oferece os trabalhadores brasileiros oportunidade de qualificação e empregabilidade, com foco nas novas tecnologias.
“São 10 milhões de vagas gratuitas para cursos de formação profissional pela parceria com a Microsoft, desde letramento digital a áreas tecnológicas avançadas, que estão disponíveis para todas as prefeituras do país. Basta que elas procurem o MTE para iniciarmos parcerias que vão formar trabalhadores para as necessidades locais, oferendo às empresas de cada município a mão de obra qualificada que necessitam”.
No ABC, a parceria começou em Rio Grande da Serra e hoje a plataforma foi entregue à prefeitura de Ribeirão Pires, que vai iniciar a qualificação tanto de servidores da administração municipal como dos trabalhadores locais, com foco em grupos vulneráveis. “Vamos expandir a parceria para os sete municípios da região, oferecendo aos trabalhadores a possibilidade de acesso à economia 4.0, possibilitando maior oportunidade de acesso às vagas disponíveis em seus municípios”, explicou.
Em Ribeirão da Serra, a empresa Unipar, uma das parceiras do programa, disponibilizou 30 computadores destinado ao polo presencial da iniciativa, que já iniciou uma turma de formação para 60 mulheres em situação de vulnerabilidade social. Após a formação, elas terão seus currículos avaliados pela Unipar e outras empresas locais, com a finalidade de inserção no mercado de trabalho.
Para conhecer a plataforma basta acessar o link: https://ead.escoladotrabalhador40.com.br/.
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