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Santa Catarina fortalece agricultura sustentável com distribuição de kits para cobertura vegetal
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Iniciativa visa melhoria do solo e conservação ambiental
O governo de Santa Catarina segue investindo em práticas sustentáveis para o campo por meio da distribuição de sementes de plantas de cobertura vegetal. A ação faz parte do projeto Kit Solo Saudável, vinculado ao Programa Terra Boa, e tem como objetivo principal proteger o solo, melhorar sua qualidade e contribuir para o aumento da produtividade agrícola, preservando o meio ambiente.
Mais de 1.400 produtores já foram beneficiados
Somente neste ano, já foram entregues 2.147 kits a 1.403 agricultores em diversas regiões do estado. A expectativa é que o investimento total na ação alcance R$ 9,4 milhões em 2025.
Governador reforça apoio à agricultura familiar
Durante visita a uma propriedade rural em Maravilha, o governador Jorginho Mello destacou a importância da iniciativa. Na ocasião, também foi apresentado um rolo-faca utilizado no processo de plantio verde.
“Esse plantio não é para comercialização, mas tem uma função essencial: preparar o solo para culturas como soja e milho. O governo entrega sementes que fortalecem a fertilidade do solo e ajudam a melhorar os resultados das lavouras. É esse o papel do Estado: apoiar quem trabalha no campo e movimenta nossa economia”, afirmou o governador.
Facilidade de pagamento para os agricultores
Cada kit tem o valor de R$ 3 mil e pode ser pago em até dois anos, com parcelas anuais e isentas de juros. Para quem optar pela quitação à vista, há um desconto de 30% no valor total. Os interessados devem procurar o escritório da Epagri mais próximo para obter a autorização necessária e retirar o kit nas cooperativas credenciadas.
Apoio à sustentabilidade e à valorização do produtor
O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária em exercício, Admir Dalla Cort, ressaltou a importância da ação no contexto da agricultura familiar.
“O Kit Solo Saudável é uma ferramenta importante na recuperação e proteção do solo, evitando erosões e melhorando a fertilidade. Com esse projeto, a Secretaria reafirma seu compromisso com a sustentabilidade, geração de renda e valorização dos produtores rurais”, concluiu.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país
Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.
Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.
Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.
Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.
Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.
Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.
A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.
Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.
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