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Volume programado para exportação de açúcar mantém-se próximo de 3 milhões de toneladas

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Volume agendado para exportação

O volume programado para embarque de açúcar foi de 2,853 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo das 2,910 milhões de toneladas da semana anterior.

Distribuição por portos

A maior parte da carga será embarcada pelo Porto de Santos (SP), com 2.026.043 toneladas agendadas. Em seguida, aparecem os portos de:

  • Paranaguá (PR): 497.649 toneladas
  • São Sebastião (SP): 134.450 toneladas
  • Imbituba (SC): 103.450 toneladas
  • Maceió (AL): 43.670 toneladas
  • Recife (PE): 28.670 toneladas
  • Itajaí (SC): 20.000 toneladas
Tipos de açúcar a serem exportados

O açúcar programado para exportação é composto principalmente pela variedade VHP, com 2.702.041 toneladas. Também estão incluídas cargas de Cristal B150 (54 mil toneladas) e Refinado A45 (78.091 toneladas).

O relatório da Williams Brasil considera embarcações já ancoradas, aquelas em largo aguardando atracação e as previstas para chegar até 15 de julho.

Desempenho das exportações em junho

Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a receita diária média das exportações brasileiras de açúcar e melaços em junho é de US$ 65,393 milhões, considerando dez dias úteis.

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O volume médio diário exportado no mês é de 152,997 mil toneladas.

No total, foram exportadas 1.529.970 toneladas de açúcar em junho, gerando uma receita de US$ 653,445 milhões e preço médio de US$ 427,40 por tonelada.

Comparativo com junho de 2024

Em relação a junho de 2024, quando a receita diária média foi de US$ 77,021 milhões, houve queda de 15,1% na receita diária de junho de 2025.

O volume diário exportado em junho de 2025 também apresentou recuo de 4,2%, comparado às 159,717 mil toneladas embarcadas diariamente no mesmo mês do ano anterior.

Além disso, o preço médio do açúcar caiu 11,4%, passando de US$ 488,20 por tonelada em junho de 2024 para US$ 427,40 em junho de 2025.

Apesar da leve redução no volume agendado e no preço médio, o setor mantém a exportação próxima da casa dos 3 milhões de toneladas, com destaque para o Porto de Santos como principal ponto de embarque.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%

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O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.

Compradores aguardam maior oferta da safrinha

Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.

A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.

Clima segue no radar dos agentes do mercado

As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.

O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.

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Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.

Relatório do USDA influencia expectativas globais

No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.

A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.

Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam

Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.

A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.

Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:

  • Alta de 57,9% na receita média diária;
  • Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
  • Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.

O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.

Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.

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Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:

  • Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
  • Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
  • Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
  • Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
  • Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.

A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.

Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses

O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.

Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.

Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.

Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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