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Israel detecta novo ataque iraniano após aceitar cessar-fogo proposto por Trump
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Ataque iraniano após anúncio de cessar-fogo
Poucas horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um acordo de cessar-fogo entre Israel e Irã, o Exército israelense detectou um novo ataque de mísseis disparado pelo Irã nesta terça-feira (24). O incidente acionou os alarmes no norte do país.
Segundo o serviço de emergência Magen David Adom (MDA), não houve registro de vítimas nesse ataque mais recente. A imprensa local informou que os sistemas de defesa antiaérea de Israel conseguiram interceptar os projéteis.
Reações políticas e cobranças por retaliação
A ofensiva iraniana provocou reações imediatas no cenário político israelense. O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, prometeu uma reação dura: “O Irã vai tremer”, escreveu em suas redes sociais. Já o líder da oposição, Avigdor Lieberman, reforçou sua posição contrária ao cessar-fogo sem garantias concretas e exigiu uma resposta imediata ao ataque.
Forças israelenses prometem manter estado de alerta
O porta-voz militar de Israel, Effie Defrin, declarou que as Forças de Defesa de Israel (FDI) atingiram todos os seus objetivos militares durante os 12 dias de ofensiva contra o Irã. Apesar da trégua, Defrin afirmou que o país manterá um “alto nível de alerta” e responderá de forma enérgica a qualquer violação do acordo.
“Cumprimos todos os objetivos definidos. O chefe do Estado-Maior determinou que as FDI permaneçam em estado de prontidão máxima para reagir com firmeza a qualquer quebra do cessar-fogo”, afirmou o porta-voz em vídeo divulgado à imprensa.
Míssil atinge cidade no sul de Israel antes do início da trégua
Horas antes da entrada em vigor do cessar-fogo, um míssil iraniano atingiu um edifício residencial na cidade de Beersheba, no sul de Israel. O ataque deixou quatro mortos e 13 feridos, de acordo com informações dos serviços de emergência.
Posição oficial de Israel
Embora o governo israelense tenha confirmado a adesão ao cessar-fogo anunciado por Trump na noite de segunda-feira, também deixou claro que responderá com firmeza a qualquer nova agressão. O episódio reforça o clima de tensão, mesmo diante de um acordo formal de trégua.
Com informações da Agência EFE
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Brasil amplia promoção do agronegócio na África do Sul durante a África Food Show 2026
Empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas participaram, entre os dias 8 e 12 de junho, na Cidade do Cabo, de uma agenda de promoção comercial voltada à ampliação das exportações para a África do Sul. A programação reuniu encontros com compradores locais, atividades de preparação para o acesso ao mercado e participação na Africa Food Show 2026.
As atividades foram promovidas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Consulado-Geral do Brasil na Cidade do Cabo e a Adidância Agrícola do Brasil em Pretória.
Em 2025, a África do Sul importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo sucroalcooleiro, café e produtos florestais.
Durante a rodada de negócios, exportadores brasileiros se reuniram com compradores, importadores e distribuidores sul-africanos. Participaram empresas dos segmentos de carnes bovina, suína e de aves, pescados, bebidas, produtos lácteos, cafés, óleos vegetais, molhos e condimentos, ingredientes alimentícios, grãos, castanhas e alimentos industrializados.
Antes dos encontros comerciais, as empresas receberam informações sobre o perfil do consumidor sul-africano, as oportunidades para produtos brasileiros e os requisitos para acesso ao mercado. As apresentações abordaram temas relacionados à segurança dos alimentos, à rotulagem, à importação e à distribuição de produtos.
O adido agrícola do Brasil na África do Sul, Rodrigo Almeida, apresentou um panorama do agronegócio local e das oportunidades para ampliação do comércio entre os dois países. O seminário também contou com a participação de representantes do Consulado-Geral do Brasil, do setor privado e de empresas com experiência no mercado africano.
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