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Magno Malta diz que houve omissão do governo no caso de Juliana Marins

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O senador Magno Malta (PL-ES), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (24), criticou a atuação do governo federal diante do caso da brasileira Juliana Marins, encontrada morta quatro dias depois de cair de uma trilha na encosta do Monte Rinjani, na Indonésia, no último sábado (21). 

Para o senador, houve omissão das autoridades brasileiras quanto ao resgate da turista. Segundo ele, o Itamaraty não agiu com a mesma eficiência demonstrada em outros casos. O senador comparou a situação ao apoio prestado pelo governo brasileiro à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, que está asilada no Brasil desde abril.

— Dois pesos, duas medidas. O Brasil abandona os seus e abraça criminosos. A ex-primeira-dama do Peru, condenada na [Operação] Lava Jato, foram buscar com o avião da FAB porque ela é um arquivo vivo. Justifiquem para mim por que o Itamaraty não se movimentou para socorrer essa jovem que comoveu o Brasil, por quem o mundo inteiro apelou — questionou ele.

O senador também condenou a postura diplomática do Brasil em relação ao Irã, que está em conflito com Israel. Segundo ele, o governo mantém proximidade com um regime que desrespeita os direitos humanos, oprime mulheres e homossexuais. 

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— O Irã é uma ditadura sanguinária, que não respeita mulheres, que mata homossexuais. E o grupo LGBTQIA+ do Brasil faz passeata louvando o Irã, contra Israel. Vá viver, então, no Irã, que eu quero ver o que vai lhe acontecer — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Daniella Ribeiro pede que eleitor avalie candidatos e reflita para votar

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A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (13), criticou a polarização no país e defendeu que a população avalie com atenção as propostas e a atuação dos candidatos. Para a parlamentar, as divergências não devem impedir o diálogo nem comprometer a análise sobre os rumos do país.

— Que possamos sair da polarização que tanto fez mal e tem feito ao nosso país. Que pensemos com esse espírito crítico, esse espírito de cidadão e de cidadã. Político de estimação ninguém merece — afirmou.

Daniella também explicou a decisão de não disputar a reeleição ao Senado. A senadora disse que optou por apoiar a candidatura do filho, Lucas Ribeiro (PP), reeleito governador da Paraíba no primeiro turno das eleições de outubro. Lucas assumiu o cargo em abril deste ano, após a renúncia de João Azevêdo (PSB), que deixou o governo para disputar uma vaga no Senado. A parlamentar encerra o mandato em fevereiro de 2027.

— Muitos escolheriam que o filho ficasse sentado na cadeira e fosse para uma eleição tranquila, mas a Paraíba estava vivendo um momento extraordinário. E isso não sou eu quem está dizendo, são números, são institutos de pesquisa que mostram, não só no orçamento, na questão fiscal, no desenvolvimento. E aí eu tive que fazer uma escolha: ou a Daniella estar aqui no Senado, com tantos programas bons e projetos, ou o Lucas seguir e ir para essa eleição, e eu me retirei do processo eleitoral — declarou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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