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A fruta mais exportada pelo Brasil é a manga

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As frutas merecem um dia para ser chamado de seu, pois elas são essenciais para a humanidade, por serem ricas em água, vitaminas, minerais e carboidratos. E por isso, neste primeiro de julho, é comemorado o Dia Mundial da Fruta.

As frutas brasileiras têm um valor considerável na pauta exportadora brasileira. Em 2024 foram exportados US$ 1,38 bilhão, totalizando mais de um milhão de toneladas em frutas frescas e preparadas.

“Aqui no Ministério da Agricultura e Pecuária estamos trabalhando para que os produtos da agricultura brasileira ganhem cada vez mais destaque no cenário internacional. E hoje celebramos um dia muito importante para o setor de fruticultura, juntamente com o lançamento do Plano Safra 25/26. São mais recursos e financiamentos para os fruticultores tenham cada vez mais oportunidades”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

A fruta brasileira que mais se destaca mundialmente é a manga. Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/Mapa), em 2024 foram exportados mais de US$ 350 milhões, principalmente para a União Europeia, Estados Unidos e Reino Unido.

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Até maio de 2025 foram exportados mais de US$ 80 milhões em 73,6 mil toneladas sendo a União Europeia o principal destino. A região brasileira que mais vende no comércio exterior é o Nordeste, sendo Pernambuco e Bahia os principais estados.

O Brasil também exporta outras frutas como uvas, limões e limas além de preparações e conservas de frutas. Além de importar frutas como maçãs, peras e kiwis. Porém, segundo a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), o clima temperado no Brasil principalmente nas regiões Sudeste e Sul tem permitido o aumento da produção brasileira de uvas, peras, maçã e além de outras frutas como pêssego e mirtilo.

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Baixa liquidez e avanço da segunda safra pressionam mercado de milho no Brasil

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O mercado brasileiro de milho iniciou a semana com baixa liquidez e tendência de pressão sobre os preços, tanto no mercado físico quanto na Bolsa B3. O movimento é influenciado pela queda do dólar, recuo das cotações em Chicago e pelo avanço da segunda safra, que aumenta a oferta interna do cereal.

Segundo análise da TF Agroeconômica, o cenário externo menos favorável reduziu a competitividade do milho brasileiro nas exportações, impactando diretamente a formação de preços no mercado doméstico.

Milho na B3 encerra semana com perdas nos principais vencimentos

Os contratos futuros de milho fecharam a segunda-feira em queda. O vencimento de julho de 2026 encerrou cotado a R$ 63,65 por saca, com recuo diário de R$ 0,26 e baixa acumulada de R$ 0,69 na semana.

O contrato de setembro fechou a R$ 66,65, com queda de R$ 0,21 no dia e recuo semanal de R$ 0,33. Já o vencimento de novembro registrou baixa de R$ 0,15, encerrando a R$ 70,11 por saca.

O movimento reflete a pressão combinada do câmbio mais fraco e da menor atratividade das exportações brasileiras diante do cenário internacional.

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Mercado físico tem baixa liquidez e produtores seguram vendas

No mercado interno, o avanço da colheita da segunda safra amplia a disponibilidade de milho e aumenta a cautela dos compradores. De acordo com o Cepea, há pressão tanto de consumidores domésticos quanto dos portos, o que contribui para a lentidão nas negociações.

Ao mesmo tempo, parte dos produtores opta por restringir as vendas, sem necessidade imediata de caixa ou liberação de espaço em armazéns, o que reduz ainda mais a fluidez do mercado.

A queda das cotações internacionais também reduz a paridade de exportação, limitando movimentos de recuperação dos preços internos.

Colheita avança e preços variam entre regiões produtoras

No Rio Grande do Sul, a colheita do milho alcançou 99% da área, com preços variando entre R$ 57 e R$ 63 por saca. A média estadual está em R$ 58,91.

Em Santa Catarina, as indicações de compra estão próximas de R$ 65 por saca, enquanto a demanda efetiva gira em torno de R$ 60, diferença que tem limitado o fechamento de negócios.

No Paraná, o mercado também apresenta baixa liquidez. Os compradores estão abastecidos e acompanham o avanço da colheita, que chegou a apenas 1% da área, abaixo da média histórica de 8,2%, devido ao excesso de umidade nas lavouras.

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Mato Grosso do Sul tem suporte do setor de bioenergia

Em Mato Grosso do Sul, as cotações variam entre R$ 49 e R$ 52 por saca. A colheita da safrinha também avançou para 1% da área.

Apesar da pressão geral de oferta, a demanda da indústria de bioenergia contribui para sustentar parte do consumo regional. Ainda assim, o mercado segue limitado por estoques elevados e pela expectativa de maior disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Cenário segue de pressão com oferta elevada

O mercado de milho permanece sob influência da combinação entre aumento da oferta interna, avanço da segunda safra e cenário externo menos favorável. Esses fatores, somados aos estoques elevados no Brasil e no exterior, mantêm a liquidez baixa e dificultam uma recuperação mais consistente dos preços no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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