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Izalci Lucas defende educação como política de Estado

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) defendeu em Plenário nesta terça-feira (1º) a consolidação da educação como política de Estado, independente de mudanças de governo. Ele manifestou preocupação com a flexibilização do uso do Fundo Social por meio da Medida Provisória (MPV) 1.291/2025, que, em sua avaliação, pode comprometer ainda mais os recursos destinados à área. Izalci lembrou que foi autor de emenda que garantiu 50% do fundo para a educação.

— A educação é a principal ferramenta de mudança, e eu sou prova viva disso. Estudar abriu as portas para que eu, que cheguei em Brasília aos 13 anos, me tornasse contador, auditor, professor, juiz do trabalho, secretário, deputado e hoje senador. Foi tudo graças à educação — afirmou.

O senador também criticou a descontinuidade de programas educacionais entre governos, como o Pronatec e o novo ensino médio, e cobrou mais investimentos na educação profissional. Segundo ele, apenas 11% dos jovens brasileiros frequentam cursos técnicos, enquanto em países como Alemanha e Japão o índice chega a 60%. Para Izalci, a falta de qualificação contribui para o crescimento da chamada “geração nem-nem” — jovens que não estudam nem trabalham.

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Izalci defendeu ainda o modelo das escolas cívico-militares, destacando seu impacto positivo no desempenho e na disciplina dos alunos. Ele citou o exemplo da escola Dom Pedro, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, que obteve os melhores resultados do Ideb na região. O senador concluiu reafirmando seu compromisso com a educação integral, a reforma de escolas e o acesso estudantil, por meio de iniciativas como o Cheque-Educação, o Bolsa Universitária e o programa Caminho da Escola.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Rota turística do imigrante italiano em Minas Gerais vai à Câmara

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A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta terça-feira (19) a criação da rota turística “Caminho do Imigrante Italiano em Minas Gerais”, a ser formada pelos municípios de municípios de Andradas, Monte Sião, Ouro Fino e Jacutinga. O PL 2.730/2024 agora segue à Câmara, salvo recurso para análise em Plenário.

Do senador Carlos Viana (PSD-MG), o projeto tem objetivo de gerar desenvolvimento das atividades turísticas nessas cidades, promover um modelo de desenvolvimento econômico sustentável e valorizar os atrativos naturais, culturais e históricos da região, especialmente os ligados à cultura ítalo-brasileira.

O projeto, que recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), também prevê que a estruturação, a gestão e a promoção dos atrativos turísticos da rota receberão apoio de programas oficiais voltados ao fortalecimento da regionalização do turismo. 

Imigração 

Na justificação, Carlos Viana destacou que a imigração italiana completou 150 anos no Brasil em 2024 e que Minas Gerais está entre os três estados que mais receberam imigrantes da Itália. Para ele, criar uma rota turística específica reconhece essa contribuição. O projeto, segundo o senador, pode impulsionar o desenvolvimento dos municípios, pois “estimula novos negócios, com a consequente criação de empregos e geração de renda”.

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Zequinha Marinho avaliou que a proposta valoriza a memória da imigração italiana e fortalece a identidade do sul de Minas Gerais.

— A institucionalização do “Caminho do Imigrante Italiano” conferirá aos municípios de Andradas, Monte Sião, Ouro Fino e Jacutinga importante chancela, capaz de estruturar roteiros, atrair investimentos para a infraestrutura local e divulgar a região nacional e internacionalmente — disse o relator.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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