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Comissão aprova projeto que prioriza fiscalização sanitária orientadora

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A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prioriza a orientação e a fiscalização sanitária preventiva antes da aplicação de qualquer penalidade. Os fiscais serão obrigados a orientar os estabelecimentos sobre as adequações sanitárias necessárias antes de aplicar multas ou suspender o funcionamento.

Além da orientação, o fiscal também deverá estipular um prazo razoável para que as modificações apontadas sejam realizadas. A proposta visa, ainda, simplificar a burocracia para a obtenção de licenças sanitárias. Por exemplo, os órgãos de vigilância sanitária terão que eliminar exigências duplicadas e reduzir o tempo para a concessão de licenças.

O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), ao Projeto de Lei 6099/19, de autoria do ex-deputado Jerônimo Goergen (RS).

Mudança
Originalmente, o projeto buscava incluir atividades econômicas de médio risco na Lei da Liberdade Econômica, dispensando-as de atos de liberação como vistorias prévias. Lippi manteve essa regra, mas adicionou outras diretrizes à lei, buscando simplificar as atividades de vigilância sanitária no ambiente de negócios.

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“A redução da burocracia estatal é essencial para incentivar o empreendedorismo”, disse.

Outros pontos do substitutivo aprovado são:

  • ato do governo definirá a classificação de atividades de médio risco a serem observadas na legislação;
  • a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável por atualizar os requisitos para identificar e classificar o grau de risco sanitário das ocupações e atividades econômicas sujeitas à vigilância sanitária; e
  • a classificação de grau de risco sanitário da Anvisa prevalecerá em caso de conflito com outras normas.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Três senadores concorrem ao cargo de deputado; quatro buscam a suplência

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Três senadores concorrem a cargos no Legislativo neste ano, mas fora do Senado: dois buscam o cargo de deputado federal e uma senadora tenta a vaga de deputada estadual.

Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) são candidatos à Câmara dos Deputados. Já Mara Gabrilli (PSD-SP) concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Os três estão na reta final de seus mandatos, que terminam em 31 de janeiro de 2027.

Suplência

Além disso, há quatro senadores, também em fim de mandato, que disputam a eleição deste ano como candidatos a suplente de senador:

  • Daniella Ribeiro (PP-PB) concorre na Paraíba na chapa de Nabor Wanderley (Republicanos). Nabor é pai do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta;
  • Dra. Eudócia (PSDB) concorre em Alagoas na chapa de Marina JHC (PSDB). Marina é casada com o filho de Dra. Eudócia, o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, conhecido como JHC;
  • Jader Barbalho (MDB) concorre no Pará na chapa do filho, Helder Barbalho (MDB), que foi governador desse estado até abril deste ano;
  • Nelsinho Trad (PSD) concorre em Mato Grosso do Sul na chapa de Reinaldo Azambuja (PL), que já foi governador desse estado. 
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Mudança de estado

Também há duas ex-senadoras que tentam voltar ao Senado, mas por estados diferentes daqueles que representaram em mandatos anteriores.

São Marina Silva (Rede), que foi senadora pelo Acre entre 2003 e 2011, e Simone Tebet (PSB), que atuou no Senado entre 2015 e 2023 representando Mato Grosso do Sul.

Desta vez, ambas são candidatas pelo estado de São Paulo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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