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Atividade pesqueira em Barra do Riacho em Aracruz (ES) até Degredo/Ipiranguinha em Linhares (ES) segue proibida
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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que a atividade pesqueira segue proibida no mar na região de Barra do Riacho em Aracruz (ES) até Degredo/Ipiranguinha em Linhares (ES), dentro dos limites de profundidade e coordenadas geográficas citados na Resolução-RE n° 989 de 15 de abril de 2016.
Esclarecemos que a Resolução-RE n° 1.650 de 29 de abril de 2025 não revoga a proibição da atividade pesqueira na região, que segue proibida por até 2 anos a partir da assinatura do Novo Acordo do Rio Doce na área delimitada no mapa abaixo:
Clique no mapa para ampliar a imagem.
O Ministério da Pesca e Aquicultura, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, o Ministério da Saúde, o Ministério da Agricultura e Pecuária e a ANVISA estão elaborando estratégias de gestão dos recursos pesqueiros, considerando as condições ambientais, os riscos do consumo do pescado para a saúde humana, bem como segurança do alimento.
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Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia
O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.
O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.
Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.
O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.
Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.
Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.
Fonte: Pensar Agro
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