AGRONEGOCIOS
Casa do Adubo destaca soluções exclusivas e forte estrutura nacional no Show Florestal 2025
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Presença marcante no Show Florestal 2025
De 19 a 21 de agosto, a Casa do Adubo participa do Show Florestal 2025, em Mato Grosso do Sul, reforçando sua posição como uma das maiores redes de distribuição de insumos e suprimentos para o setor florestal no Brasil. Com 87 anos de atuação no agronegócio, a empresa apresenta um portfólio diversificado e exclusivo, voltado à produtividade e sustentabilidade das florestas plantadas.
Parcerias estratégicas com Ralyza e Syngenta
No evento, a Casa do Adubo destaca a parceria exclusiva com a Ralyza, fabricante do fertilizante mineral foliar Mais Floresta, voltado para silvicultura. O produto, único da rede, promove crescimento florestal, melhora a qualidade da madeira e aumenta a resistência das plantas à seca.
A Syngenta, líder global em proteção de cultivos, também marca presença com herbicidas de referência para florestas plantadas, como Touchdown e ZAPP WG, que oferecem alta eficiência e são registrados para aplicação aérea em eucalipto e pinus.
Portfólio da Loveland reforça soluções para florestas
A Loveland, marca própria da Nutrien — controladora da Casa do Adubo —, traz ao evento uma linha completa de nutricionais e adjuvantes, incluindo o Liberate, reconhecido como o melhor antideriva do mercado. Baseado em tecnologia exclusiva com lecitina de soja, o produto melhora a aplicação de defensivos e fertilizantes, reduzindo perdas e aumentando a eficácia.
Estrutura robusta e atendimento especializado
Nos últimos 15 anos, a Casa do Adubo estruturou uma operação florestal robusta, com mais de 30 lojas e centros de distribuição espalhados pelo Brasil para garantir agilidade nas entregas. A empresa conta ainda com um Centro de Distribuição exclusivo para o setor florestal em Sete Lagoas (MG) e uma equipe técnica capacitada, presente em todas as regiões produtoras.
Portfólio completo e liderança no setor
O portfólio da Casa do Adubo abrange herbicidas, inseticidas, fungicidas, bactericidas, adjuvantes, biosoluções e fertilizantes especialmente desenvolvidos para florestas plantadas. A empresa é referência nacional entre os silvicultores quando o assunto é fornecimento de insumos e assistência técnica especializada.
Compromisso com a sustentabilidade e o produtor
Marcelino Amaral Filho, gerente comercial de Florestas Brasil, ressalta o compromisso da empresa em apoiar o silvicultor em todas as etapas do cultivo, visando florestas produtivas e saudáveis. “Nossa participação no Show Florestal 2025 reafirma nosso compromisso de estar ao lado de quem cultiva o futuro, unindo inovação, tradição e presença em campo para impulsionar a silvicultura sustentável no Brasil”, conclui.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Uso de satélite para barrar crédito rural gera novo debate no setor
A nova regra que condiciona o acesso ao crédito rural ao monitoramento ambiental por satélite abriu uma frente de tensão entre produtores, Congresso e governo federal. Desde 1º de abril, bancos que operam recursos do Plano Safra passaram a consultar automaticamente dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) antes da liberação dos financiamentos agropecuários.
O centro da discussão está nos chamados “falsos positivos”, situações em que alterações na cobertura vegetal identificadas pelo sistema acabam sendo interpretadas como desmatamento irregular, mesmo quando decorrem de atividades produtivas permitidas ou manejos regulares dentro da propriedade.
Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), produtores vêm relatando dificuldades para acessar crédito em casos envolvendo limpeza de pastagem, manejo agrícola, renovação de áreas produtivas e até colheita de florestas plantadas, como eucalipto.
A preocupação do setor é que o sistema utilizado para monitoramento identifica mudanças na vegetação, mas não consegue, sozinho, diferenciar imediatamente uma atividade legal de um desmatamento irregular.
Com isso, o bloqueio ao crédito pode ocorrer antes mesmo de qualquer análise individualizada do caso. Isso inverte o ônus da prova e obriga o produtor a comprovar posteriormente que a alteração apontada pelo satélite não configura infração ambiental. O processo pode envolver laudos técnicos, documentos fundiários, análises ambientais e procedimentos administrativos que levam semanas ou meses.
O problema ganha peso porque o crédito rural continua sendo peça central do financiamento agropecuário brasileiro, especialmente em um momento de juros elevados, aumento do endividamento e custos ainda pressionados.
Dados citados pela consultoria Datagro mostram que mais de 5,4 milhões de apontamentos positivos estavam registrados no sistema Prodes até outubro de 2025. Parte dessas ocorrências, segundo o setor, pode estar associada justamente a interpretações equivocadas do monitoramento remoto.
As novas exigências estão previstas nas Resoluções nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025, do Conselho Monetário Nacional (CMN), dentro do processo de endurecimento das regras ambientais para concessão de crédito rural.
A justificativa oficial é impedir que propriedades com irregularidades ambientais tenham acesso a recursos públicos subsidiados.
O avanço das restrições provocou reação imediata no Congresso Nacional. Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária protocolaram projetos para suspender os efeitos das resoluções até que sejam criados mecanismos considerados mais precisos de validação ambiental.
As propostas também tentam impedir embargos automáticos baseados exclusivamente em imagens de satélite e estabelecer critérios técnicos mais claros para restrições ao financiamento rural.
Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto), o principal problema está na automatização do processo sem análise técnica prévia. “O monitoramento ambiental é necessário e irreversível. O problema começa quando um apontamento preliminar feito por satélite passa a produzir efeito imediato sobre o crédito sem uma verificação individualizada da situação da propriedade”, afirma.
Segundo Rezende, a insegurança aumenta porque o produtor depende do financiamento para manter o calendário agrícola e não consegue esperar meses por uma solução administrativa. “O crédito rural não financia apenas expansão. Ele financia custeio, compra de insumos, operação da safra e fluxo de caixa da propriedade. Quando o recurso trava por causa de um possível falso positivo, o impacto econômico acontece imediatamente dentro da porteira”, diz.
Ele avalia que o avanço das exigências ambientais tende a se intensificar nos próximos anos, principalmente pela pressão de bancos, mercados importadores e sistemas internacionais de rastreabilidade.
“A questão ambiental passou a fazer parte da análise de risco do crédito rural. Isso já não é mais uma discussão apenas regulatória. O produtor vai precisar cada vez mais de documentação organizada, regularidade ambiental e segurança jurídica para acessar financiamento e mercado”, afirma.
O episódio evidencia uma mudança estrutural no agro brasileiro. Critérios ambientais deixaram de afetar apenas fiscalização e passaram a interferir diretamente na capacidade de financiar produção, renegociar dívidas e manter competitividade no mercado internacional.
Fonte: Pensar Agro
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