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Zoetis registra receita de US$ 2,5 bilhões no 2º trimestre e cresce 8% em operação global
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Desempenho global no segundo trimestre de 2025
A Zoetis, líder mundial em saúde animal, reportou uma receita global de US$ 2,5 bilhões no segundo trimestre de 2025. O resultado representa um crescimento operacional orgânico de 8%, desconsiderando os efeitos cambiais e desinvestimentos.
O lucro líquido reportado foi de US$ 718 milhões, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o lucro líquido ajustado atingiu US$ 783 milhões, com crescimento operacional de 10%.
Declaração da CEO
A CEO da Zoetis, Kristin Peck, destacou a consistência dos resultados alcançados, mesmo em cenários econômicos adversos.
“A Zoetis apresentou um forte desempenho no segundo trimestre, impulsionado por nossa capacidade de inovar, pela diversidade do nosso portfólio e pela excelência na execução da estratégia. Seguimos comprometidos com disciplina, inovação e com uma conexão sólida com nossos clientes”, afirmou.
Destaques por segmento internacional
No mercado internacional, que inclui o Brasil, o desempenho foi impulsionado principalmente pela linha de medicamentos para animais de companhia, com destaque para os produtos Simparic®, Apoquel®, Cytopoint®, além dos anticorpos monoclonais Librela® e Solensia®, voltados para o tratamento da dor.
No segmento de animais de produção, o crescimento foi de 10% em termos operacionais, sustentado pelo desempenho sólido nas linhas voltadas a suínos, peixes, aves e bovinos.
Resultados no Brasil
No Brasil, a Zoetis registrou US$ 93 milhões em receita no segundo trimestre de 2025, o que representa um crescimento operacional de 5% em relação ao mesmo período de 2024. O país segue como um mercado estratégico dentro do desempenho global da empresa, com participação relevante nas áreas de inovação e expansão do portfólio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Conheça a história de uma aquicultora que vive na região da pérola do Tapajós
Era apenas um passatempo em 2009, mas, aos poucos, ganhou espaço na rotina e se transformou em uma atividade que hoje envolve toda a família. Vilma Clea Oliveira da Silva, 64 anos, começou a criar peixes em uma barragem de grande porte sem pretensão comercial, para consumo próprio e para observar o desenvolvimento dos animais. Foi justamente a curiosidade do que acontecia dentro dos tanques que despertou o interesse pela aquicultura. Com o passar do tempo, a observação do dia a dia e o rendimento da criação fizeram com que ela percebesse que havia uma possibilidade de trabalho. A experiência que nasceu de maneira simples levou Vilma a buscar conhecimento e a investir cada vez mais na criação de peixes.
É olhando exatamente para as águas da Amazônia que a aquicultora enxerga uma das maiores possibilidades para o futuro. Seu sonho é que os rios da região possam ser mais bem aproveitados, sempre dentro das regras ambientais e de forma responsável. “Nós temos dois grandes rios, o Amazonas e o Tapajós”, destaca ao falar sobre o potencial que vê.
Esse olhar para o futuro também se estende à própria família. Os filhos seguem próximos da aquicultura e ajudam de maneiras diferentes. A filha, que está se formando em medicina, contribui principalmente na parte clínica e laboratorial, enquanto o filho participa das atividades práticas do dia a dia relacionadas ao cultivo nos tanques. Assim, aquilo que começou como uma experiência pessoal foi gradualmente se tornando também uma vivência compartilhada entre gerações.

- Vilma Clea Oliveira da Silva
Se a continuidade da atividade passa pela família, Vilma acredita que também depende de quem está chegando agora. Para os jovens que pensam em trabalhar com aquicultura, ela recomenda buscar conhecimento e qualificação. Há caminhos de formação ligados à área, como o curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e capacitações em Aquicultura oferecidas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Investir em conhecimento significa também ampliar a capacidade de quem trabalha diretamente com a criação de peixes e de quem poderá ajudar outros produtores a enfrentarem os desafios da atividade.
Aquicultura é o cultivo de organismos aquáticos com alimentação controlada, monitoramento constante e boas práticas de produção. A atividade pode ser realizada em águas marinhas e continentais. Dentro de espaços como rios, lagos, reservatórios, utilizando água destes em viveiros escavados em terra ou em aquários. Há diversas formas de cultivo e diversas espécies.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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