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GT Tainha realiza visitas técnicas no litoral do Rio de Janeiro

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O Grupo de Trabalho da Tainha 2025 (GT Tainha) do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), realizou visitas técnicas em associações, colônias e sindicatos do setor pesqueiro, entre os dias 11 e 15 de agosto, em diferentes pontos do litoral do estado do Rio de Janeiro.

Para a assistente técnica do Departamento de Territórios e Ordenamento do MPA, Patrícia Bueno, a atividade fortaleceu contatos e proporcionou a troca de saberes com o setor pesqueiro. “As visitas aos territórios são muito importantes, pois além da aproximação com o setor, os pescadores e pescadoras têm um papel essencial, compartilhando seus entendimentos, dúvidas e recomendações em relação à pesca da tainha. Além disso, esse também é um momento de escuta em relação as principais dificuldades enfrentadas pelo setor pesqueiro” afirma.

Os pontos levantados nos encontros serão essenciais para a redação do relatório final do GT Tainha, como instrumento de divulgação das discussões e importante subsídio para as decisões de safras futuras. Nas próximas semanas, será realizada uma visita em São Paulo, finalizando a rodada de diagnósticos nos estados das regiões sudeste e sul do Brasil.

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A visita técnica contou com integrantes do MPA, por meio da Secretaria Nacional de Pesca Artesanal (SNPA), Secretaria Nacional de Registro Monitoramento e Pesquisa (SERMOP), Secretaria Nacional de Pesca Industrial Amadora e Esportiva (SNPI), bem como de integrantes do MMA, por meio do Departamento de Gestão Compartilhada de Recursos Pesqueiros (DPES).

GT Tainha

O GT Tainha é um colegiado consultivo, responsável por conduzir as discussões sobre a temporada de pesca da espécie nas regiões sudeste e sul do Brasil.

Coordenado pelo MPA, ele é composto por órgãos do Governo Federal, governos estaduais, entidades de pesca artesanal e industrial, além do Grupo Técnico-Científico (GTC) de assessoramento do Comitê Permanente de Gestão da Pesca e do Uso Sustentável dos Recursos Pesqueiros Pelágicos das Regiões Sudeste e Sul (CPG Pelágicos SE/S).

Clique no link abaixo e saiba mais sobre o GT Tainha.

Acesse agora. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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