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Produção de proteínas exige atenção à qualidade dos grãos, alerta Kemin

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Safra de grãos histórica gera oportunidades e desafios

No 11º Encontro Avícola e Empresarial Unifrango, realizado no Paraná, a Kemin, referência global em soluções para nutrição animal, destacou a importância de monitorar a qualidade da safra de grãos, insumo essencial para a produção de proteínas.

Segundo Marcos Teo, diretor Comercial da empresa, as projeções apontam uma safra recorde no Brasil, com mais de 330 milhões de toneladas de soja, milho e arroz, sendo o milho responsável por mais de 130 milhões de toneladas, a segunda maior marca da história. O crescimento, segundo ele, reflete tanto condições climáticas favoráveis quanto o elevado grau de profissionalismo dos produtores brasileiros.

Preços dos grãos sob pressão no mercado internacional

Apesar do volume expressivo, Teo alerta para o impacto do custo dos grãos sobre a produção de proteína animal. “A alta nos preços é influenciada por recomposição de estoques globais, variações cambiais e tensões comerciais entre grandes players como EUA e China”, explica.

Para o setor, o desafio é equilibrar acesso a insumos estáveis com o controle de custos, garantindo a competitividade e sustentabilidade da produção.

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Armazenamento correto é chave para qualidade da ração

A qualidade dos grãos durante o armazenamento é outro fator crítico destacado pela Kemin. Grãos com umidade adequada, livres de microrganismos e estáveis ao longo do tempo preservam o valor nutricional e evitam perdas por contaminação.

Teo reforça que a integridade dos ingredientes influencia diretamente a proteína que chega ao consumidor final. “Armazenar com responsabilidade é um investimento essencial para garantir produtividade e segurança alimentar”, afirma.

Flexibilidade diante de oscilações comerciais

Questionado sobre o impacto de possíveis tarifas comerciais dos EUA ao Brasil, Teo destacou a capacidade de adaptação da Kemin. “Embora a empresa seja de origem americana, nossa produção é majoritariamente nacional e contamos com contratos globais. Isso garante fornecimento estável mesmo diante de flutuações internacionais”, disse.

Compromisso com a cadeia produtiva

A participação da Kemin no Encontro Unifrango reforça o compromisso da empresa em acompanhar tendências, fornecer conhecimento técnico e oferecer soluções práticas para os desafios da nutrição animal. Teo conclui: “Estar presente em eventos que conectam indústria, cooperativas e especialistas nos permite atuar de forma alinhada às necessidades do setor.”

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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