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Salão do Turismo combina inspiração e visão estratégica

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O 9º Salão do Turismo é uma fonte estratégica de conhecimento para se atualizar sobre as principais tendências do setor e direcionar ações para fortalecer o turismo como vetor de desenvolver regional. Muitos participantes do evento, além de escolher o próximo destino nacional para conhecer, ressaltam a riqueza de saberes como caminho para gerar novos negócios e valorização regional.

A empresária Maria Helena, da cidade de Arujá (SP), conta que participa do Salão do Turismo mirando novos negócios para sua empresa de pulseiras de identificação de pessoas e bagagens. “Vim estreitar o relacionamento com as empresas do setor. O Salão do Turismo está maravilhoso e os espaços muito bonitos. Eu sou apaixonada por viagem e estou adorando a edição”.

A agente de viagem Sandra Almeida, da capital paulista, revela que está amando o Salão do Turismo e que descobriu nele o próximo destino brasileiro que irá conhecer. “Acabei de descobrir que, em maio, irei para o Maranhão. Os Lençóis Maranhenses são um sonho; estou apaixonada. Os atendentes do estande me conquistaram com informações detalhadas, acolhimento e afeto”.

Gilberto Béo, de São Caetano do Sul, busca uma um pacote de viagem que combine custo-benefício para conhecer mais as belezas naturais do Brasil. “Todos os estandes oferecem um vasto material sobre os destinos. Tudo conta na hora da decisão. Já conheci o Amapá e achei fantástico. Agora eu quero conhecer Caldas Novas (Goiás). O Salão do Turismo reúne profissionais capacitados que fornecem todas as informações para aproveitar a bem a viagem”.

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Manoel Ferreira (65) nasceu no Piauí e vive em São Paulo há muitos anos. Após ver uma reportagem na televisão sobre o Salão do Turismo, se sentiu inspirado a viajar. Além de conhecer as promoções e a diversidade de pacotes, também aproveitou o evento para aquecer o coração piauiense durante uma visita ao estande do estado natal. “O Salão do Turismo está muito lindo, tudo feito com muito carinho. A minha próxima viagem será para o Nordeste. Para quem não conhece, recomendo que visite Piauí”, indica ele.

O Salão de Turismo é uma fonte de inspiração. Juliana Nicolini (42), da Secretaria de Turismo de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), percorre o Salão do Turismo focada em serviços e soluções para impulsionar o turismo regional. “Eu fiquei encantada pelos patrimônios e roteiros culturais dos demais estados, pela riqueza dos artesanatos, pelo conhecimento gerado no evento. Vim em busca desse conhecimento e ver o que eu consigo agregar no turismo da minha cidade”.

Prefeito da cidade de Orocó (PE), Ismael Lira também vê o Salão do Turismo como uma oportunidade para potencializar o setor em sua cidade. “Estamos buscando fortalecer cada vez o turismo em Orocó. Nossa cidade tem muita riqueza natural, culturas diversas, povos tradicionais: quilombolas, indígenas. Estou participando do Salão do Turismo para potencializar a nossa força turística, gerando mais desenvolvimento econômico e social”.

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O EVENTO – Com o tema “Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade no Turismo”, o 9º Salão do Turismo reúne as 27 Unidades da Federação em uma grande vitrine de gastronomia, cultura, artesanato, experiências imersivas e oportunidades de negócios. Promovido pelo Ministério do Turismo, o evento integra, também, a estratégia do Feirão do Turismo: Conheça o Brasil, fortalecendo a comercialização de destinos e produtos de todo o país, alinhado ao Plano Nacional do Turismo 2024-2027 e ao Programa de Regionalização, com foco na geração de emprego e renda no setor.

PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior vitrine do turismo brasileiro, é promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta com o apoio do SESC, SENAC e Sebrae Nacional, além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Por Zaqueu Rodrigues
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Alunos nota mil inspiram preparação para a redação do Enem 2026

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De Fortaleza (CE), Carlos Eduardo Gomes transformou a conquista da nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em oportunidade e orientação a outros estudantes. De Virginópolis (MG), Samille Leão reservava tempo para responder simulados e reproduzir, em casa, as condições do dia da prova. De Jaguaribe (CE), Elivandro Rodrigues, professor, participa do exame anualmente para compreender melhor os desafios enfrentados por seus alunos. Três trajetórias que podem inspirar quem se prepara para o Enem 2026. 

Esses caminhos se encontram na nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”, recém-divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O material explica os critérios de avaliação e apresenta redações de participantes da edição anterior, acompanhadas de comentários pedagógicos. 

Para Carlos Eduardo, o apoio da família foi decisivo na trajetória até a universidade e na realização do sonho de cursar medicina. “Sempre acreditaram muito em meu potencial de conseguir chegar em uma universidade, de cursar medicina, que sempre foi meu sonho”, conta, ao falar dos avós e das tias. 

A conquista também ampliou o alcance de um projeto de mentoria de redação que Carlos já desenvolvia. Assim, ele passou a atuar na preparação de quase uma centena de estudantes a partir de seu próprio projeto e a integrar uma iniciativa da Secretaria de Educação voltada a alunos do oitavo e do nono ano. “Antes, eu buscava me inspirar em outras histórias, outras trajetórias. E saber que hoje eu sou uma dessas inspirações é uma grande realização para mim”, afirma. 

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Na preparação de Samille, estudante de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os simulados tinham lugar na rotina, inclusive durante feriados e encontros de família. “Eu simulava como se fosse o dia do Enem”, lembra. Para manter a concentração, ela pedia que ninguém entrasse em seu quarto enquanto fazia a prova. 

Ao recordar o caminho até a nota máxima, Samille destaca a dedicação e a importância das relações pessoais durante os estudos. “O que eu gostaria que as pessoas lembrassem. quando elas conhecessem minha história. é que é possível, sim, realizar nossos sonhos com dedicação e paciência”, diz. 

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Elivandro Rodrigues encontrou no próprio exame uma forma de aprimorar o trabalho em sala de aula. A inspiração veio de uma professora de física que fazia o Enem todos os anos para orientar melhor os estudantes. “Meu propósito não é simplesmente tirar nota mil. Eu quero ajudar meus alunos”, explica. Para ele, analisar os próprios erros também ajuda a identificar dificuldades e a preparar os alunos para a prova. 

A nota máxima trouxe reconhecimento ao professor e abriu caminho para a criação de um espaço presencial de ensino em sua cidade. “Isso me abriu uma porta aqui na cidade para ter um local presencial, ter um reforço, ter um curso de redação”, relata.  

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As experiências dos três mostram como a prática, o apoio de outras pessoas e a reflexão sobre a aprendizagem podem fazer parte da preparação para a escrita. 

Cartilha – A relação entre conhecimento e argumentação recebe atenção especial na nova cartilha do MEC. O documento alerta para o uso do chamado “repertório de bolso”, ou seja, referências memorizadas e empregadas de forma genérica, sem conexão efetiva com a discussão. De acordo com a cartilha, inserir uma citação de maneira automática ou forçada pode prejudicar a compreensão da proposta e a aplicação de conhecimentos ao tema. 

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A orientação da cartilha é selecionar referências pertinentes e explicar como elas contribuem para o argumento. Livros, filmes, acontecimentos históricos e outros conhecimentos construídos ao longo da formação podem ser utilizados, desde que façam sentido no texto. 

Além disso, também há a recomendação de leitura cuidadosa da proposta e dos textos motivadores antes de definir o posicionamento que será defendido. 

Para ajudar os participantes a compreender essas exigências, o material detalha as cinco competências avaliadas: domínio da escrita formal da língua portuguesa; compreensão do tema e da estrutura dissertativo-argumentativa; organização de informações e argumentos; uso dos recursos linguísticos que conectam as ideias; e elaboração de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Cada competência pode receber até 200 pontos. 

Na cartilha, há uma seleção com redações de estudantes das cinco regiões do país que obtiveram boas notas no Enem 2025. Os comentários apontam como cada participante desenvolveu o tema, articulou o repertório e apresentou sua proposta de intervenção, oferecendo referências para a revisão e o aprimoramento da própria escrita. 

Também foram disponibilizadas versões com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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