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Ministério do Turismo fortalece governança da RedeTrilhas e amplia potencial turístico do Brasil

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O Ministério do Turismo reforçou, durante debate no Núcleo do Conhecimento do 9º Salão do Turismo, em São Paulo (SP), seu compromisso com a consolidação da Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas) como política pública estratégica para o país. Criada no ano de 2018, a iniciativa interliga áreas naturais e culturais por meio de corredores ecológicos, que promovem conservação ambiental, inclusão social, recreação e desenvolvimento econômico.

Mediado por Sonia Kinker, coordenadora-geral de Uso Público e Serviços Ambientais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a conversa reuniu representantes do poder público e organizações sociais. Representando o Ministério do Turismo, a coordenadora-geral de Produtos e Experiências do órgão, Fabiana Oliveira, ressaltou a evolução da RedeTrilhas:

“Estamos revisando a política pública e construindo um novo modelo de governança, de forma participativa e integrada, envolvendo academia, ONGs e comunidades próximas às unidades de conservação. Nosso objetivo é transformar as trilhas em produtos turísticos, posicionando o Brasil tanto no mercado interno quanto no exterior. Precisamos de uma rede que congregue múltiplos setores e assegure representatividade social”, sustentou Fabiana.

O processo de reavaliação da governança da RedeTrilhas já contabiliza mais de 22 horas de debates, com a participação de 37 representantes de 23 organizações. O processo tem foco na atualização dos normativos vigentes e na estruturação de mecanismos mais inclusivos.

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O analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samuel Schwaida, destacou que a RedeTrilhas fomenta a capacitação, a inovação e a promoção de destinos, consolidando uma gestão estruturada e reconhecida. “A RedeTrilhas é multimodal, congrega centenas de iniciativas e integra elementos culturais, históricos e religiosos, além de fomentar a preservação das áreas protegidas”, apontou Schwaida.

Para Sara Moraes, diretora regional da RedeTrilhas no Paraná, o desafio é claro: “queremos conectar o Brasil com trilhas confiáveis, acessíveis e sustentáveis”. Já Júlio Meyer Junior, diretor da Rede Brasileira de Trilhas, reforçou o papel estratégico do turismo: “quando temos uma trilha linear, criamos um roteiro com serviços associados, transformando-o em produto turístico. O turismo é nossa melhor ferramenta para conservar o que temos e recuperar o que perdemos”.

Com o fortalecimento da RedeTrilhas, o Ministério do Turismo reafirma a condição do Brasil como referência em turismo sustentável, com foco na valorização do patrimônio cultural e ambiental, na geração de emprego e renda e na ampliação da conectividade ecológica em todo o território nacional.

NÚCLEO DO CONHECIMENTO – Um dos destaques do Ministério do Turismo no Salão, o Núcleo do Conhecimento promove palestras e debates com especialistas, acadêmicos e profissionais do setor. O espaço, que comporta quase mil pessoas, dispõe de cinco ambientes diferentes. A área é palco de mais de palestras sobre inovação, tendências e políticas públicas, oferecendo ao público uma verdadeira imersão em conteúdos estratégicos para o desenvolvimento do turismo.

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SALÃO – Com o tema “Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade no Turismo”, o 9º Salão do Turismo reúne as 27 Unidades da Federação em uma grande vitrine de gastronomia, cultura, artesanato, experiências imersivas e oportunidades de negócios.

Promovido pelo Ministério do Turismo, o evento integra, também, a estratégia do Feirão do Turismo: Conheça o Brasil, fortalecendo a comercialização de destinos e produtos de todo o país, alinhado ao Plano Nacional do Turismo 2024-2027 e ao Programa de Regionalização, com foco na geração de emprego e renda no setor.

PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior mostra do turismo brasileiro, é organizado em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta, ainda, com o apoio do SESC, SENAC e do Sebrae Nacional, além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Por Thais Rosa
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC abre adesão ao Sisu+ para instituições públicas

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O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira, 29 de abril, o Edital nº 29/2026 que estabelece o cronograma e os procedimentos para adesão das instituições públicas de educação superior ao Sisu+ 2026, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A iniciativa tem como objetivo ampliar a ocupação de vagas eventualmente disponíveis após a etapa regular do processo seletivo. 

Podem aderir ao Sisu+, exclusivamente, as instituições públicas e gratuitas de educação superior que participaram da etapa regular do Sisu 2026. A formalização ocorre por meio da assinatura eletrônica de termo aditivo ao termo de adesão da etapa regular, via sistema Sisu Gestão. 

Etapa complementar – O Sisu+ não é um novo processo seletivo, mas uma extensão da etapa regular do Sisu 2026. A iniciativa é realizada após o encerramento de convocações da lista de espera e a conclusão de eventuais processos seletivos próprios das instituições. 

As vagas ofertadas pelas instituições nessa etapa devem estar formalmente classificadas como disponíveis, seja por desistência, não confirmação de matrícula ou encerramento de todos os prazos previstos. 

Para os candidatos, o Sisu+ também amplia as possibilidades de escolha no âmbito do mesmo processo seletivo. Contudo, poderão participar da etapa complementar apenas os candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026. 

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Nessa nova etapa, será permitido atualizar informações socioeconômicas, alterar modalidades de concorrência e escolher até duas opções de curso, independentemente das opções indicadas durante a etapa regular realizada em janeiro. 

Por integrar o mesmo processo seletivo do Sisu 2026, o Sisu+ observará as mesmas regras gerais de elegibilidade aplicáveis aos candidatos. O sistema de inscrição do Sisu realizará automaticamente a seleção das edições do Enem que atendam simultaneamente a tais exigências, desconsiderando aquelas em que o candidato tenha participado como “treineiro” e/ou tenha obtido nota zero na prova de redação. 

Algumas instituições de educação superior podem estabelecer notas mínimas para determinadas áreas do conhecimento do Enem em seus cursos. Se a nota do candidato não atender a esses critérios, o sistema exibirá uma mensagem indicando não ser possível concorrer às vagas naqueles determinados cursos. 

Cronograma – De acordo com o edital do Sisu+, o período de adesão das instituições ocorrerá de 4 a 29 de maio. As inscrições dos candidatos e a divulgação dos resultados ocorrerão em etapa posterior, a ser detalhada em edital específico. 

Otimização de vagas – A criação do Sisu+ destaca a estratégia do MEC de aprimorar o modelo do Sisu, ampliando oportunidades de acesso à educação superior e garantindo maior eficiência na ocupação das vagas ofertadas pelas instituições públicas. 

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Com o modelo anual do Sisu, a etapa complementar passa a atuar de forma residual, voltada ao preenchimento das vagas eventualmente disponíveis após a etapa regular do processo seletivo, com o objetivo de ampliar as oportunidades de ingresso na educação superior pública. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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