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MP busca solução definitiva para falta de água em Porto Alegre do Norte

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Porto Alegre do Norte (997 km de Cuiabá), participou, nesta semana, de uma reunião na Câmara de Vereadores do município para tratar dos problemas recorrentes no fornecimento de água que afetam a população local.O encontro contou com a presença do promotor de Justiça Brício Britzke, vereadores, representantes do Poder Executivo Municipal e da empresa Sanepan (Saneamento de Porto Alegre do Norte), concessionária responsável pelo serviço de abastecimento no município.Durante a reunião, foram apresentados os principais problemas enfrentados pelos moradores como interrupções constantes no fornecimento, baixa pressão e falhas estruturais no sistema que, há anos, comprometem o acesso da população a esse serviço essencial.O MPMT cobrou soluções técnicas eficazes e maior responsabilidade por parte da empresa e do Poder Público. Como resultado, foram assumidos compromissos imediatos e de longo prazo, a exemplo de ações emergenciais para garantir a regularidade do abastecimento, com a aquisição de novos equipamentos e a adoção de medidas técnicas que evitem interrupções nos próximos meses.Também deve ser apresentado um planejamento de melhorias estruturais, incluindo a construção de uma nova estação de tratamento e a modernização do sistema de captação e distribuição, para acompanhar o crescimento populacional do município.A Promotoria de Justiça deve elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) estabelecendo responsabilidades, prazos e soluções definitivas para um fornecimento de água eficiente, seguro e de qualidade.“O Ministério Público continuará atuando de forma firme, fiscalizando e acompanhando cada etapa desse processo, para garantir que a população de Porto Alegre do Norte tenha acesso a um serviço de abastecimento de água digno, regular e compatível com as necessidades do município”, concluiu o promotor de Justiça Brício Britzke.Foto: Prefeitura de Porto Alegre do Norte/Divulgação

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri de Tangará da Serra condena três homens a mais de 90 anos de reclusão

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O Tribunal do Júri de Tangará da Serra condenou três homens a penas que, somadas, ultrapassam 90 anos de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, roubo majorado e corrupção de menores. A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz da 1ª Vara Criminal da comarca, Ricardo Frazon Menegucci e durou cerca de 17 horas, teve início as 9h de quinta-feira (09) e foi encerrada na madrugada desta sexta-feira (10).
Os crimes ocorreram em maio de 2024, em um contexto de disputa entre facções criminosas. A acusação aponta que os réus invadiram uma residência, renderam os moradores, levaram a vítima para uma área de pastagem, onde foi assassinada. Os réus ainda subtraírem uma motocicleta e aparelhos celulares e envolverem dois adolescentes na ação criminosa.
Os jurados reconheceram a autoria e a materialidade dos crimes, acolheram todas as qualificadoras do homicídio constantes da decisão de pronúncia e condenaram os réus E.S.S., G.M.A. e G.N.S. também pelos crimes conexos de roubo majorado e corrupção de menores.
Na sentença, o juiz fixou a pena de 29 anos e 20 dias de reclusão para E.S.S., 29 anos e 20 dias de reclusão para G.M.A. e 33 anos, 7 meses e 13 dias de reclusão para G.N.S. Os três também foram condenados ao pagamento de 10 dias-multa e deverão cumprir a pena em regime inicial fechado.
Ao proferir a sentença, o magistrado determinou a execução imediata das penas, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.
O processo tramita no Processo Judicial Eletrônico (PJe) sob o nº 1007264-63.2024.8.11.0055. A sentença é passível de recurso.

Autor: Alcione dos Anjos

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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