AGRONEGOCIOS
Cocamar celebra ano positivo em Água Boa (MT) com alta produtividade e expansão da cooperativa
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A Cocamar Cooperativa Agroindustrial celebra um ano de bons resultados em Água Boa (MT), município localizado a 623 quilômetros ao norte de Cuiabá. Inaugurada em janeiro, a unidade é a maior estrutura de recebimento de produtos da cooperativa no estado e a primeira no Mato Grosso.
Após receber a colheita da soja nos primeiros meses do ano, a unidade concluiu a recepção do milho de inverno e já se prepara para a semeadura da safra 2025/26, prevista para começar em outubro.
Produtividade recorde marca 2025 em Água Boa
Segundo o gerente da unidade, José Claudemir Menegon (Claudinho), a região registrou um ano excepcional.
“Tivemos um ano muito bom”, afirma Claudinho, destacando que a soja atingiu média de 60 sacas por hectare, um desempenho que supera muitas áreas tradicionais de produção do Paraná.
O resultado contrasta com 2024, quando a região sofreu com longa estiagem e quebras significativas na safra, situação comum em grande parte do Mato Grosso.
Cooperativa oferece segurança, agilidade e suporte técnico aos produtores
A chegada da Cocamar trouxe mais segurança e eficiência logística, reduzindo o tempo que os produtores antes perdiam em filas para entregar suas safras. Localizada no Vale do Araguaia, às margens da BR-158, Água Boa possui muitas propriedades de pequeno porte, o que difere do padrão de grandes propriedades predominante no estado.
Com a unidade da cooperativa, a região se tornou atraente para produtores de outros municípios e estados, ampliando oportunidades de negócio. Recentemente, a unidade recebeu visita de um grupo de produtores do Paraná.
Além da recepção de produtos, a Cocamar comercializa insumos agropecuários e presta assistência técnica, garantindo suporte logístico, comercial e técnico para os cooperados.
Produtores se destacam com uso de tecnologias e premiações
O produtor Rodrigo José Seibt, assistido pela engenheira agrônoma Bruna Cristino, é exemplo do impacto das tecnologias no aumento de produtividade. Ele foi um dos vencedores do Prêmio Colher Mais, promovido pela Cocamar e sua parceira Timac Agro, registrando média de 93,2 sacas de soja por hectare na safra 2024/25.
Claudinho ressalta que a unidade de Água Boa já celebra resultados expressivos no primeiro ano de operação e acredita que muitos outros produtores poderão alcançar desempenhos de destaque nos próximos ciclos.
“Com certeza, o primeiro de muitos outros, nos próximos anos”, afirma o gerente.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Carne gaúcha amplia competitividade global cinco anos após reconhecimento sanitário internacional
O Rio Grande do Sul completa cinco anos do reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação, marco sanitário que elevou a competitividade da carne gaúcha no mercado internacional e abriu novas oportunidades para a pecuária do estado.
A certificação foi concedida em 27 de maio de 2021, durante a 88ª Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), consolidando um dos avanços mais relevantes da defesa sanitária animal brasileira nos últimos anos.
Desde então, o status sanitário passou a representar um diferencial estratégico para a cadeia pecuária gaúcha, fortalecendo a confiança dos compradores internacionais e ampliando o potencial de acesso a mercados mais exigentes.
Reconhecimento internacional fortaleceu a imagem da pecuária gaúcha
Segundo informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), o reconhecimento internacional consolidou o estado em uma posição de destaque no cenário global da proteína animal.
A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA/Seapi), Rosane Collares, destaca que a conquista foi resultado de um trabalho técnico construído ao longo de anos entre o Serviço Veterinário Oficial, entidades do setor e produtores rurais.
De acordo com a dirigente, a certificação representou um marco histórico para toda a cadeia produtiva do estado, reforçando a credibilidade do sistema sanitário gaúcho perante os mercados internacionais.
Status sanitário exige vigilância contínua e controle rigoroso
Apesar do avanço conquistado, a manutenção do status de área livre de febre aftosa sem vacinação continua exigindo ações permanentes de vigilância sanitária, monitoramento e integração entre governo e setor produtivo.
O Serviço Veterinário Oficial segue atuando em programas de fiscalização, controle de trânsito animal e acompanhamento sanitário para preservar a condição conquistada pelo Rio Grande do Sul.
Segundo Rosane Collares, o reconhecimento internacional ampliou a competitividade da pecuária gaúcha e fortaleceu a confiança na qualidade da produção local, mas também aumentou a responsabilidade sobre o sistema de defesa agropecuária.
Nos últimos cinco anos, o estado intensificou ações de controle sanitário e vigilância epidemiológica para garantir a manutenção da certificação internacional e preservar a credibilidade do setor pecuário gaúcho.
Carne gaúcha ganha espaço e competitividade no mercado externo
A certificação sanitária passou a funcionar como um importante diferencial competitivo para a carne produzida no Rio Grande do Sul. O reconhecimento internacional favoreceu a abertura de mercados e fortaleceu a imagem da pecuária gaúcha junto aos importadores globais.
Além de ampliar oportunidades comerciais, o status sanitário também agregou valor à produção estadual, especialmente em mercados que possuem protocolos mais rígidos para importação de proteína animal.
O avanço sanitário é considerado estratégico para o crescimento sustentável das exportações gaúchas e para o fortalecimento da cadeia produtiva da carne bovina no estado.
Defesa agropecuária segue como prioridade no estado
O governo gaúcho reforça que a preservação do status sanitário depende do comprometimento permanente de produtores, entidades e órgãos oficiais de fiscalização.
A manutenção da condição de área livre de febre aftosa sem vacinação é vista como um patrimônio da agropecuária do Rio Grande do Sul e um dos principais ativos da competitividade da carne gaúcha no mercado internacional.
Com o reconhecimento consolidado, o estado segue trabalhando para ampliar sua presença global e fortalecer a segurança sanitária da produção pecuária.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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