MATO GROSSO
CNJ prorroga prazo para integração dos tribunais ao portal Jus.br
MATO GROSSO
O prazo para conclusão da integração dos sistemas processuais ao portal Jus.br foi prorrogado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Com exceção do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Justiça Eleitoral, todos os tribunais e conselhos terão 60 dias, a partir de 25 de setembro, para finalizar a integração dos serviços.
Devem ser integrados peticionamento inicial, remessas de ofícios, cartas precatórias, cartas de ordem e efetivação de declínio de competência.
No caso da Justiça do Trabalho, a integração ao módulo de cartas precatórias não será necessária, já que esse ramo possui sistema próprio com emissão automatizada exclusiva para suas unidades, considerado suficiente para atender às demandas.
O Jus.br foi desenvolvido dentro do Programa Justiça 4.0, uma parceria entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com apoio do CJF, STJ, TST, CSJT e TSE. O objetivo é ampliar o acesso a serviços digitais da Justiça por magistrados, servidores, advogados e cidadãos, independentemente do sistema processual do tribunal de origem.
Segundo o juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador do Programa Justiça 4.0, Alexandre Libonati de Abreu, a extensão do prazo tem caráter estratégico.
“A prorrogação do prazo busca garantir que todos os tribunais tenham condições de concluir a integração com qualidade, assegurando que o Jus.br cumpra sua função de ser a porta de acesso aos serviços eletrônicos da Justiça brasileira”.
Modernização da Justiça
O Programa Justiça 4.0, responsável pela criação do Jus.br, visa o desenvolvimento e aprimoramento de soluções tecnológicas para tornar o atendimento judicial mais eficiente, eficaz e acessível à população. A iniciativa também reforça o compromisso do Judiciário brasileiro com a transformação digital e a transparência.
Autor: Vitória Maria
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
MATO GROSSO
Juíza auxiliar da Corregedoria participa do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional
A juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), Myrian Pavan Schenkel, participou do I Seminário do Fórum Fundiário Nacional, em Goiânia (GO). O evento reuniu representantes de instituições públicas, especialistas, gestores e atores envolvidos com a regularização fundiária no país.
Com o tema “Dignidade, Sustentabilidade e Inclusão”, o seminário realizado nos dias 1° e 2 de junho, discutiu os desafios da regularização fundiária no Brasil que exigem providências dos poderes públicos, dos governos e da sociedade civil, além de buscar possíveis soluções em um ambiente plural.
Para a juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan a regularização fundiária deve ser compreendida para além da formalização registral da propriedade, pois envolve cidadania, dignidade, segurança jurídica, planejamento territorial e acesso das famílias às políticas públicas.
“Falar de regularização fundiária é falar de cidadania, de inclusão social e de organização responsável do território. O Poder Judiciário tem papel relevante na construção de soluções institucionais que promovam segurança jurídica, sustentabilidade e pacificação social”, destacou a magistrada.
A magistrada pontuou ainda que no âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a temática possui especial relevância diante da atuação da Corregedoria em iniciativas voltadas à regularização fundiária, ao aprimoramento dos serviços extrajudiciais e ao apoio institucional às ações de prevenção e tratamento adequado dos conflitos coletivos fundiários.
Nos dois dias de eventos foram realizadas oficinas e painéis voltados para sustentabilidade e regularização em áreas sensíveis, a implementação de um pacto em prol da desburocratização, celeridade e economia para a efetivação da regularização fundiária; a transversalidade e a integração da regularização fundiária com as políticas públicas estruturais de urbanização; e as boas práticas de resolução consensual e atuação colaborativa na prevenção e gestão de conflitos fundiários.
Com informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO)
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
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