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Cooperação: Ministério do Turismo amplia malha aérea entre África do Sul e Brasil
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Como desdobramento da estratégia do Governo do Brasil de fortalecer as relações com a África do Sul, o Ministério do Turismo realiza, nesta semana, uma missão estratégica para ampliar a conectividade aérea e a cooperação entre os dois países no turismo.
Em reunião na embaixada brasileira na Cidade do Cabo, Paul Van Den Brink, representante do aeroporto sul-africano para o desenvolvimento de rotas aéreas, confirmou para a secretária-executiva da Pasta, Ana Carla Lopes, que já no início de outubro, a South África duplicará a frequência do voo da Cidade do Cabo para São Paulo, lançado há dois anos. Além de sábados e terças, haverá voos também às quartas e aos domingos.
Ainda na reunião, Brink demonstrou interesse de disponibilizar, já para o próximo, mais aeronave ligando os dois destinos. A secretária Ana Carla Lopes garantiu apoio do MTur para mais essa oferta.
“Os números mostram uma demanda bilateral forte e crescente que justifica a ampliação da conectividade. Esta missão, alinhada à visão do presidente Lula de uma política externa ativa, visa transformar esse potencial em mais voos, mais turistas e, consequentemente, mais desenvolvimento e emprego para ambos os países”, destacou Ana Carla Lopes.
“Estamos muito animados continuar trabalhando com o Ministério do Turismo brasileiro. Os voos entre nossos países estão indo muito bem, então, planejamos ampliar ainda mais frequências e rotas”, afirmou Paul Van Den Brink.
Atualmente, a ligação aérea entre Brasil e África do Sul conta com oito voos semanais, ofertando mais de dois mil assentos. A facilidade da isenção de visto para turistas por até 90 dias entre os dois países é um fator que incentiva ainda mais o fluxo de viajantes.
A África do Sul é o principal emissor de turistas do continente africano para o Brasil, que hoje se consolida como a porta de entrada de visitantes para a América do Sul. O número de sul-africanos que visitaram destinos brasileiros saltou de 5.403 em 2022 para 15.280 em 2024, e apenas no primeiro semestre de 2025 já somam 10.488 visitantes.
Já o Brasil é o principal mercado emissor de turistas da América Latina para a África do Sul, com 49.855 turistas brasileiros visitando o país em 2024, alta de 94% em relação ao mesmo período de 2023, segundo a South África Turism.
AGENDAS INSTITUCIONAIS – Ainda na África do Sul, a secretária-executiva terá uma reunião bilateral com a anfitriã do G20 Turismo, a Ministra Patricia de Lille, para alinhar estratégias de promoção conjunta e intercâmbio de boas práticas, como em ecoturismo e turismo de base comunitária.
O Brasil também participará, na Cidade do Cabo, de um Fórum de Investimentos, reunindo potenciais investidores do setor.
Já em Mapulanga, Ana Carla Lopes representará o ministro Celso Sabino na reunião do G20 Turismo, onde incentivará a participação dos países na COP30, que acontecerá em novembro, na cidade de Belém (PA).
A articulação Brasil e África do Sul ainda ocorre no mesmo ano em que o presidente Lula, se reuniu com o presidente sul-africano, consolidando a aproximação diplomática entre as duas maiores economias do hemisfério sul.
A expectativa é que a parceria, somada às demais ações da missão, resulte em um aumento significativo no intercâmbio de turistas e no fortalecimento das relações comerciais e culturais entre o Brasil e a África do Sul.
Por Paula Rosa
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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