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Webinário divulga matriz de formação em alfabetização
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Na próxima terça-feira, 29 de julho, o Ministério da Educação (MEC) realizará o webinário “Matriz de Descritores e Materiais de Formação em Alfabetização”, do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). Coordenado pela Secretaria de Educação Básica (SEB), o evento busca fortalecer o alinhamento conceitual e pedagógico das ações formativas implementadas pelo programa. O webinário ocorrerá a partir das 10h (horário de Brasília), no edifício-sede do MEC, localizado na capital federal, e será transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube.
O CNCA tem a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental e foca a recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, do 4º e do 5º ano afetadas pela pandemia causada pela covid-19. O compromisso estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional, sendo considerados aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.
O evento é voltado a formadores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa), que integra a política de alfabetização do MEC; cursistas das especializações; equipes técnicas das secretarias de educação; e professores da educação básica.
A ação conta com a parceria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e reunirá especialistas de referência na área de educação e alfabetização. Entre os participantes confirmados, estão a coordenadora-geral de Formação de Professores da Educação Básica do MEC, Lucianna Munhoz; a doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e diretora do Abaporu Assessoria em Educação, Rosaura Angélica Soligo; e a doutora em Educação pela Unicamp e consultora do Instituto Avisa Lá, Renata Frauendorf.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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