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CNC comenta adiamento da EUDR e reforça diálogo com produtores de café

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O Conselho Nacional do Café (CNC) se posicionou sobre a nova proposta da União Europeia de adiar a entrada em vigor do Regulamento de Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), medida que impactará cadeias produtivas como café, cacau, borracha, carne, madeira e óleo de palma.

União Europeia propõe novo adiamento da EUDR

Esta é a segunda vez que a União Europeia posterga a aplicação da norma. A decisão ocorre diante de pressões internas e externas e das dificuldades técnicas para implementar o sistema de rastreabilidade exigido pelo regulamento.

Segundo a Comissão Europeia, o registro das informações solicitadas pelo EUDR poderia sobrecarregar a estrutura de controle, gerando riscos ao processo de fiscalização. Estados-membros da UE e parceiros comerciais, como os Estados Unidos, também expressaram preocupação quanto ao impacto sobre pequenos produtores e à viabilidade de cumprimento das exigências.

CNC acompanha de perto os desdobramentos

O CNC reforça que a decisão ainda não é definitiva, pois a proposta precisa ser analisada e votada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia. Até que haja deliberação formal, o futuro da EUDR permanece incerto.

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Setor cafeeiro brasileiro reforça diálogo e preparo

Para o Conselho Nacional do Café, o adiamento evidencia a necessidade de diálogo contínuo entre países produtores e consumidores, buscando construir uma regulamentação justa e viável.

O setor cafeeiro brasileiro seguirá atuando para informar cooperativas, associações e produtores sobre os próximos passos relacionados à legislação. Segundo o CNC, o Brasil está altamente preparado para atender todas as exigências do mercado consumidor internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesquisa e sustentabilidade ganham espaço na agenda da pesca na Amazônia

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, cumpriu nesta quinta-feira (24), em Manaus (AM), uma série de compromissos voltados ao fortalecimento da pesquisa, da inovação e do desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura na Amazônia. A agenda incluiu reunião com a Reitoria da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), encontro com professores de Engenharia de Pesca e participação na abertura do II Congresso de Engenharia, Agronomia e Tecnologia do Amazonas (II CENATEC).

Durante a visita à UFAM, o ministro se reuniu com a reitora Tanara Lauschner para tratar de ações da universidade relacionadas aos impactos do El Niño na região. Segundo Edipo “o Governo Federal vem atuando em todas as frentes para salvaguardar a população ribeirinha e o povo da Amazônia”.

A agenda também teve diálogo com professores do curso de Engenharia de Pesca, com destaque para a análise dos resultados de dois Termos de Execução Descentralizada (TEDs) firmados entre o MPA e a instituição. Os projetos contemplam o Manejo Pesqueiro de Espécies Amazônicas Migratórias, e a Pesca Ordenada e Sustentável da Piracatinga. As iniciativas reforçam a cooperação entre governo e universidade na produção de conhecimento e no desenvolvimento de estratégias para o manejo sustentável dos recursos pesqueiros amazônicos.

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A programação do ministro também incluiu a cerimônia de abertura do II CENATEC, que reúne estudantes, profissionais, pesquisadores, professores, empresas e representantes de instituições públicas e privadas das áreas de Engenharia, Agronomia e Tecnologia. No congresso, que também aborda temas relacionados à inovação, ao desenvolvimento tecnológico e à sustentabilidade na Amazônia, o ministro destacou as políticas públicas do Governo Federal no Amazonas e a representatividade feminina no setor e na liderança do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA- AM).

“O Governo Federal dedica uma atenção muito especial ao Amazonas. Ao acompanharmos os debates sobre as BRs 319 e 174, além dos investimentos e realizações do Novo PAC na região — como as entregas das pontes sobre os rios Cruzá e Autaz-Mirim —, fica evidente que essas políticas dialogam com a verdadeira essência da engenharia. Nosso papel é sair da zona de conforto e construir um país melhor para a população.” afirmou Edipo.

Pesca e aquicultura no Amazonas

A agenda ocorre em um estado de grande relevância para a atividade pesqueira brasileira. O Amazonas possui 151.426 pescadores registrados, dos quais 44% são mulheres, além de 749 aquicultores registrados. O estado também contabiliza 82 indústrias de pescado registradas e produção anual de mais de 12 mil toneladas de pescado, segundo dados de 2024.

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O estado também registrou a emissão de 551 licenças para pescadores esportivos, segmento que integra as diferentes atividades relacionadas ao uso sustentável dos recursos pesqueiros e ao desenvolvimento econômico da região.

Próximos compromissos

A agenda do ministro em Manaus continua nesta sexta-feira (25), com visita a uma fazenda de piscicultura e atividades relacionadas ao contrato de águas da União. Na sequência, Edipo Araujo terá visita institucional no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), ampliando o diálogo com instituições de pesquisa que atuam no desenvolvimento científico e tecnológico da região.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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