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CEsp debate nesta terça impactos do Programa Segundo Tempo

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A Comissão de Esporte (CEsp) fará na quarta-feira (8), às 10h30, audiência pública para avaliar a execução e os impactos do Programa Segundo Tempo (PST), política pública federal voltada à democratização do acesso ao esporte e à inclusão social de crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade. O debate foi requerido pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), com apoio da presidente do colegiado, senadora Leila Barros (PDT-DF), por meio do REQ 37/2025 – CEsp.

Criado em 2003, o Programa Segundo Tempo é executado por meio de parcerias entre o Ministério do Esporte, governos estaduais, do DF e municipais, além de organizações da sociedade civil. A iniciativa promove a instalação de núcleos esportivos em comunidades e escolas, além da formação de profissionais da área, buscando integrar esporte, educação e cidadania.

A audiência deve reunir representantes do governo federal, dos estados, do Tribunal de Contas da União (TCU) e da comunidade acadêmica, com o objetivo de construir um diagnóstico plural da política pública. Segundo a senadora Teresa Leitão, trata-se de “uma das mais relevantes políticas públicas de esporte implementadas pelo Estado brasileiro nas últimas décadas”.

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“A audiência permitirá ouvir gestores e compreender as estratégias que vêm sendo empregadas para a ampliação da capilaridade e da qualidade pedagógica dos núcleos”, destaca a parlamentar.

Avaliação da política pública

O Programa Segundo Tempo foi escolhido pela Comissão do Esporte como política pública prioritária para avaliação ao longo de 2025. O objetivo é realizar um balanço atualizado dos resultados do programa, seus impactos concretos na vida dos beneficiários e os entraves administrativos enfrentados em sua execução.

A audiência será interativa, com possibilidade de participação do público por meio do portal e-Cidadania.

Como participar

O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova projeto que cria programa de capacitação sobre direitos da mulher

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui o Programa de Capacitação e Conscientização dos Direitos da Mulher. A ideia é informar, conscientizar e instrumentalizar mulheres de todas as idades sobre direitos assegurados na legislação brasileira.

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Flávia Morais (MDB-GO), para o Projeto de Lei 761/23, do deputado Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG). “A iniciativa faz avançar o grau de informação e reflexão das mulheres”, disse ela.

A proposta prevê a oferta de cursos, palestras, seminários e oficinas. O programa deverá ser ofertado em parceria com instituições de ensino, escolas de governo, centros de formação de órgãos públicos e organizações da sociedade civil.

Currículo escolar
A relatora Flávia Morais manteve os dispositivos previstos no original e, na versão aprovada, também incluiu no currículo do Programa Escola em Tempo Integral (Lei 14.640/23) a diversificação de materiais pedagógicos sobre o tema.

Segundo a relatora, a mudança deverá favorecer a disseminação de conteúdos referentes à identificação e ao conhecimento histórico, conceitual e prático das diversas formas de violência contra a mulher praticadas na comunidade.

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“Um programa de capacitação e conscientização dos direitos das mulheres e sua participação política ajudará a promover a igualdade de gênero”, afirmou o autor, deputado Hercílio Coelho Diniz, na justificativa que acompanha a proposta.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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