CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Exportações de carne suína do Brasil crescem em setembro e geram US$ 346 milhões

Publicados

AGRONEGOCIOS

Vendas de carne suína registram crescimento em setembro

O Brasil exportou 134,07 mil toneladas de carne suína fresca, refrigerada ou congelada até a quinta semana de setembro de 2025, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados nesta segunda-feira (6).

O desempenho representa alta em relação a setembro de 2024, quando o volume exportado no mesmo período foi de 107,6 mil toneladas.

Média diária de embarques apresenta aumento significativo

A média diária de exportação no mês alcançou 6,09 mil toneladas, o que indica crescimento de 24,5% em relação à média diária de setembro de 2024, que era de 5,1 mil toneladas.

O resultado reflete a forte demanda internacional e a capacidade do setor brasileiro de atender aos mercados externos, reforçando a posição do país como um dos maiores exportadores globais de carne suína.

Receita com exportações supera US$ 346 milhões

O faturamento obtido com as exportações de carne suína até a quinta semana de setembro de 2025 totalizou US$ 346,1 milhões, comparado aos US$ 269,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

Leia Também:  Cooperativa Vinícola Aurora Celebra Safra de Uva de 71,6 Milhões de Quilos, a Segunda Maior dos Últimos 20 Anos

A média diária de faturamento foi de US$ 15,73 milhões, representando avanço de 28,6% frente à média diária de setembro de 2024, que era de US$ 12,81 milhões.

Preço por tonelada tem leve alta

O preço médio por tonelada de carne suína exportada até a quinta semana de setembro de 2025 foi de US$ 2.581,6, apresentando aumento de 3,3% em relação ao valor de setembro de 2024, quando estava em US$ 2.499,3 por tonelada.

Esse ajuste de preços indica valorização do produto brasileiro no mercado internacional, mesmo diante de volumes maiores exportados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

Publicados

em

O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

Leia Também:  Preços Elevados e Expansão Global Impulsionam Exportações Bilionárias do Agronegócio Mineiro

As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

Leia Também:  Cafés especiais do Paraná conquistam vitrine internacional na Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte

Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA