POLITÍCA NACIONAL
Comissão de Orçamento adia votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias 2026
POLITÍCA NACIONAL
A pedido do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o senador Efraim Filho (União-PB), presidente da Comissão Mista de Orçamento, adiou de hoje para amanhã (15) a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 (PLN 2/25).
Haddad disse que vai verificar se será preciso enviar algum ajuste na proposta após a queda da Medida Provisória 1303/25, que era uma alternativa ao recuo na elevação do IOF.
Efraim aceitou adiar a votação, mas criticou o governo. “Não se aguenta mais agenda de aumento de imposto. Ajuste também se faz pelo lado da despesa”, afirmou.

Já o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) disse que a medida provisória previa R$ 15 bilhões de ajustes nas despesas. “Não é justo dizer que o governo não quer cortar gastos”, declarou. Outros R$ 20 bilhões, segundo ele, seriam de aumento de receitas sem criação de impostos, mas apenas fechamento de brechas de escape tributário.
Relatores setoriais
Para não atrasar a votação do Orçamento de 2026 (PLN 15/25), Efraim designou os relatores setoriais do projeto:
- Infraestrutura, Minas e Energia: deputado José Nelto (UNIÃO-GO)
- Saúde: senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
- Educação e Cultura: deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA)
- Integração, Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente: senador Irajá (PSD-TO)
- Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Pesca: deputado Diego Coronel (PSD-BA)
- Cidades: deputado Ícaro Valmir (PL-SE)
- Turismo: deputado Acácio Favacho (MDB-AP)
- Ciência & Tecnologia e Comunicações: senador Beto Faro (PT-PA)
- Assistência Social e Família: senador Wilder Morais (PL-GO)
- Esporte: deputado Vicentinho Júnior (PP-TO)
- Mulheres e Direitos Humanos: deputada Soraya Santos (PL-RJ)
- Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio: deputado Bohn Gass (PT-RS)
- Defesa: senador Esperidião Amin (PP-SC)
- Trabalho e Previdência: senador Carlos Viana (Podemos-MG)
- Justiça e Segurança Pública: deputado Romero Rodrigues (Podemos-PB)
- Poderes de Estado e Representação: deputada Flávia Morais (PDT-GO)
Reportagem – Sílvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão aprova programa que usa tecnologia 3D para recuperar crânio e face no SUS
A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 23/25, que cria o Programa Nacional de Reabilitação Craniofacial com Tecnologia 3D no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é tratar pacientes com deformidades causadas por tumores, traumas ou anomalias de nascimento.
O programa prevê o uso de scanners tridimensionais e exames de imagem, como tomografia e ressonância, para criar modelos digitais detalhados da face e do crânio. Essa tecnologia permite que médicos planejem as cirurgias com precisão e fabriquem próteses personalizadas em impressoras 3D, o que reduz os riscos e os custos dos tratamentos.
Além da parte cirúrgica, o projeto estabelece a oferta de suporte psicossocial aos pacientes e seus familiares.
Pela proposta, o programa será desenvolvido por meio de parcerias com instituições de ensino e pesquisa (públicas ou privadas) para pesquisa, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias necessárias.
O relator da proposta, deputado Rui Falcão (PT-SP), destacou que a medida devolve a dignidade a cidadãos que não teriam como pagar por esses tratamentos na rede privada. “Reconstruir o rosto de alguém é, em grande medida, reconstruir sua autoestima, sua possibilidade de inserção social e seu futuro”, afirmou o parlamentar.
Para o autor da proposta, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), a técnica é essencial em casos de grande perda de tecido ósseo e muscular, assegurando a recuperação estética e funcional do paciente, sendo aplicada em áreas como odontologia, cirurgia plástica reconstrutiva, fonoaudiologia e reabilitação.
Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra
Fonte: Câmara dos Deputados
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