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Ouvidores municipais participam da 7ª edição do projeto Articulação Propositiva – Visitas técnicas

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Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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A 7ª edição do projeto contou com representantes das ouvidorias de Rondonópolis, Alto Taquari, Campo Verde e Primavera do Leste. Clique aqui para ampliar

Representantes das ouvidorias de Rondonópolis, Alto Taquari, Campo Verde e Primavera do Leste participaram da 7ª edição do Projeto “Articulação Propositiva – Visitas Técnicas”, promovido pela Ouvidoria Geral do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), com apoio da Controladoria Geral da União (CGU), nesta terça-feira (21). Realizado mensalmente, o projeto prevê a qualificação e troca de experiências entre ouvidorias públicas municipais.  

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Assessor técnico da Ouvidoria Geral do TCE-MT, Antonio Moraes Neto. Clique aqui para ampliar 

Durante o encontro, o assessor técnico da Ouvidoria Geral do TCE-MT, Antonio Moraes Neto, destacou que o Tribunal tem atuado de forma orientativa e fiscalizadora quanto ao cumprimento da Lei n.º 13.460, que obriga os órgãos públicos a manterem um canal de ouvidoria ou designar um responsável pelo atendimento ao cidadão.

“O Tribunal de Contas está cobrando o cumprimento da lei, mas também está orientando, passando nossa experiência e conhecendo a realidade de cada município. Recebemos representantes do Legislativo e do Executivo municipal com o objetivo de proporcionar às ouvidorias a oportunidade de desempenhar um bom trabalho através da nossa vivência. Elas têm um papel importante, já que é por meio dela que os cidadãos chegam às autoridades e aos órgãos públicos”, afirmou Neto.

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Ouvidora de Rondonópolis, Janaína de Oliveira Matos. Clique aqui para ampliar

A importância dessa orientação é especialmente sentida em municípios que estão em fase de estruturação dos seus canais de atendimento, como Rondonópolis. A ouvidora municipal, Janaína de Oliveira Matos, explicou que o apoio do TCE-MT tem sido essencial para o amadurecimento do serviço.

“Para nós, ouvidores, esse amparo é muito importante porque esclarece muitas dúvidas que a gente ainda tem, principalmente para o nosso município, onde esse sistema é recente. Para acolher e tratar o cidadão com o devido conhecimento, é fundamental o que a Ouvidoria do TCE-MT nos passa. Assim, podemos trazer para a nossa realidade o que faz uma ouvidoria estruturada”, disse Matos.

Também participaram do encontro profissionais que acumulam funções de ouvidor e controlador interno, como Woxiton Vilas Boas, de Primavera do Leste. Ele ressaltou que as duas áreas se complementam e são fundamentais para o fortalecimento do controle social.

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Ouvidor e controlador interno de Primavera do Leste, Woxiton Vilas Boas. Clique aqui para ampliar 

“Essa integração é uma forma de nos enriquecer com conhecimento sobre o que podemos implementar e estimular o controle social, que é uma preocupação minha como controlador. A ouvidoria é onde ouvimos os clientes dos serviços públicos, então acho o projeto muito importante e espero voltar com muitas ideias para implantar na nossa ouvidoria”, afirmou.

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Auditora da CGU, Georgia Pompeu. Clique aqui para ampliar

Segundo ele, o gestor público deve compreender o papel estratégico da ouvidoria. “O gestor precisa encarar a ouvidoria como um termômetro, porque afinal ele está atendendo os anseios da população. Precisamos melhorar e com esse trabalho do TCE fica mais fácil”, completou.

Na mesma linha, a auditora da CGU, Georgia Pompeu, reforçou a importância da integração entre as áreas de controle, transparência e ouvidoria. “A ouvidoria faz parte desse conjunto que chamamos de integridade, que envolve também o controle interno e a transparência pública. Por isso é importante a união e a participação dos diversos órgãos”, explicou Pompeu.

A auditora apresentou a Rede Nacional de Ouvidorias (Renouv), coordenada e supervisionada pela CGU, que reúne ouvidorias públicas de todo o país para integrar e aprimorar as ações do serviço público. “A CGU vem contribuir com a troca de experiências, promovendo orientações, cursos e palestras”, concluiu.

O Projeto “Articulação Propositiva – Visitas Técnicas” segue com edições mensais até dezembro, levando capacitação e promovendo o intercâmbio de experiências entre os municípios mato-grossenses.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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