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Câmara fará audiência conjunta sobre inteligência artificial e segurança pública

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As comissões especiais da Câmara dos Deputados que analisam o Projeto de Lei 2338/23, sobre Inteligência Artificial, e a Proposta de Emenda à Constituição 18/25, conhecida como PEC da Segurança Pública, realizarão audiência conjunta na terça-feira (28), às 11 horas, no plenário 2.

O objetivo é discutir os usos e impactos da inteligência artificial (IA) na área da segurança, incluindo aplicações tecnológicas, desafios éticos e regulamentação.

A audiência foi solicitada pela deputada Luisa Canziani (PSD-PR) e pelo deputado Mendonça Filho (União-PE).

Os parlamentares explicam que a IA pode ser usada, por exemplo, na instrução de inquéritos, na busca por vítimas e no estudo analítico de crimes. Eles ressaltam, no entanto, que esse uso deve ter um padrão.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nas áreas de justiça e segurança pública aponta que é fundamental reconhecer que os dados usados nos algoritmos são frequentemente incompletos e enviesados.

Por isso, marcos regulatórios são essenciais para garantir o desenvolvimento e a utilização dessa tecnologia de maneira ética e responsável.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Dra. Eudócia defende piso nacional para médicos e dentistas

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (28), a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) defendeu a valorização dos profissionais de saúde e manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 2/2026) e ao projeto de lei (PL 1.365/2022) que tratam da criação do piso salarial nacional para médicos e cirurgiões-dentistas. Segundo a parlamentar, as iniciativas buscam corrigir distorções históricas e garantir dignidade remuneratória à categoria.

De acordo com a senadora, a PEC estabelece o direito ao piso em nível constitucional, enquanto o projeto de lei define parâmetros objetivos de remuneração e prevê reajustes anuais, além de melhorias nas condições de trabalho. Ela destacou que a valorização profissional é condição essencial para o funcionamento adequado do sistema de saúde.

— Não há sistema de saúde forte sem profissionais valorizados; não há política pública eficaz quando aqueles que estão na linha de frente enfrentam jornadas exaustivas, remuneração desigual e, muitas vezes, ausência de reconhecimento institucional — afirmou.

A senadora também ressaltou a realidade enfrentada por profissionais em Alagoas e defendeu que a criação do piso contribui para reduzir desigualdades regionais e melhorar o atendimento à população.

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— A instituição de um piso salarial nacional não é privilégio, é reconhecimento. Ao valorizar esses profissionais, fortalecemos o Sistema Único de Saúde e garantimos um atendimento mais digno, humano e resolutivo à população — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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