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COOPERNORTE leva inovação e sustentabilidade amazônica para a COP 30 em Belém

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A COOPERNORTE, maior cooperativa agroindustrial do Norte do Brasil, foi selecionada pelo Sistema OCB por meio do edital “Sua Coop na COP 30” e participará da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que será realizada em Belém (PA), de 10 a 21 de novembro.

A cooperativa representará o cooperativismo amazônico, apresentando quatro iniciativas voltadas à inovação, sustentabilidade e fortalecimento da agricultura regional.

Painel presencial destaca parceria com a Embrapa

Durante o evento, a COOPERNORTE participará de um painel presencial com o tema:

“Cooperação Embrapa–COOPERNORTE: inovação e resiliência climática para a Amazônia”.

O painel enfatizará o trabalho conjunto entre a cooperativa e a Embrapa, mostrando soluções sustentáveis para os produtores amazônicos diante dos desafios climáticos da região.

Projetos digitais reforçam impacto regional

Além do painel, a COOPERNORTE apresentará três exposições digitais, com foco em projetos de impacto para o desenvolvimento regional:

  • Programa de Produtividade COOPER+: iniciativa voltada à inovação, sustentabilidade e aumento da produtividade no campo.
  • Centro de Pesquisas e Análises COOPERNORTE (CPAC): pesquisa aplicada e resiliência climática para a agricultura cooperativa amazônica.
  • Agroindústria COOPERNORTE: modelo de agregação de valor e promoção da segurança alimentar no Pará.
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Cooperativismo como agente de transformação

Segundo Ingrid Assunção, coordenadora de Comunicação e Marketing da COOPERNORTE, a participação na COP 30 reforça o papel do cooperativismo como agente de transformação no desenvolvimento sustentável da Amazônia.

“Estar na COP 30 é uma oportunidade de mostrar ao mundo que o cooperativismo amazônico é parte das soluções para um futuro mais equilibrado e inclusivo. Com essa participação, a COOPERNORTE se insere entre as principais vozes do cooperativismo brasileiro no maior evento climático do planeta, reafirmando seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade na Amazônia”, afirma.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abertura de mercado para o Brasil nas Filipinas, em Cuba e na República da Coreia

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O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão a exportação de carne bovina resfriada, com e sem osso, para as Filipinas; de carne bovina com osso e carne suína com osso para Cuba; e de castanha-do-brasil, com e sem casca, castanha de baru e castanha de caju para a Coreia do Sul.

Nas Filipinas, a abertura de mercado para carne bovina resfriada, com e sem osso, amplia a presença brasileira em um mercado relevante do Sudeste Asiático e cria novas oportunidades para a cadeia da proteína animal, especialmente em segmentos que demandam cortes refrigerados. Com cerca de 115,8 milhões de habitantes, o país importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros em 2025.

Em Cuba, foi autorizada a exportação de carne bovina com osso e carne suína com osso do Brasil. A medida amplia as possibilidades de fornecimento de proteína animal para um país de cerca de 11 milhões de habitantes e soma-se ao acordo de pre-listing firmado entre os dois países, que trouxe mais agilidade ao comércio desses produtos.

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Já para a Coreia do Sul, a abertura de mercado para castanha-do-brasil, com e sem casca, castanha de baru e castanha de caju diversifica a pauta exportadora. Os produtos da sociobiodiversidade brasileira são extraídos de forma sustentável e reconhecidos internacionalmente por seu valor nutricional. Com 51,7 milhões de habitantes, o país importou mais de US$ 2,4 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025.

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 600 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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