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MEC participa da abertura da 3ª Semana de Educação Midiática

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Para fortalecer a cidadania digital, o Governo do Brasil realiza, de 28 a 31 de outubro, a 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática (SBEM), com o tema “Mobilizar uma geração para a cidadania digital”.  O evento tem o objetivo de promover um grande movimento em torno da educação midiática — um conjunto de competências que permite às pessoas analisarem, produzirem e se expressarem com responsabilidade no ambiente digital. Escolas, universidades, coletivos culturais, secretarias municipais, organizações da sociedade civil e comunicadores participam do encontro, com a apresentação de ações locais em todo o país. 

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). 

Na abertura, a secretária de Educação Básica do MEC, Katia Schweickardt, afirmou que foi um aprendizado para o Ministério viabilizar a conectividade nas escolas públicas brasileiras por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). A inciativa articula políticas e ações para universalizar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico da tecnologia em todas as escolas públicas de educação básica do país.   

Segundo Schweickardt, a pasta retomou o seu papel de articuladora e fomentadora de políticas, tendo em vista que se colocou a serviço das secretarias municipais de educação, responsáveis pela execução educação básica no país. Além disso, ela destacou que o MEC trabalha para garantia dos direitos educacionais e para se adequar ao uso das novas tecnologias em prol da educação, mas com uma visão crítica, buscando o melhor desenvolvimento dos estudantes. Como exemplo, citou a restrição dos celulares nas escolas públicas. 

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“A gente não está apenas dizendo que não é para usar, porque esses dispositivos, inclusive em ambientes vulnerabilizados, são muito importantes, mas precisamos ter intencionalidade nas nossas ações pedagógicas e desenvolver nos ambientes educacionais o uso crítico e consciente da tecnologia”, comentou. 

A secretária ainda lembrou que o Brasil é um dos países do mundo onde crianças e adolescentes são mais expostos a telas, fator que torna mais necessário e urgente o desenvolvimento de uma visão crítica dos usuários. 

“Aumentaram muito nos últimos tempos os casos de cyberbullying e assédio a crianças e adolescentes. Isso se relaciona com os conteúdos aos quais eles têm acesso em ambientes virtuais. Por isso, estamos desenvolvendo muitos produtos digitais importantes, realizando jornadas formativas para professores a distância e um trabalho de apoio às redes de educação para desenvolver seus currículos de educação digital. Vamos ter pela primeira vez um livro didático de educação digital na próxima edição do PNLD Ensino Médio, além de núcleos de inovação, voltados para a educação híbrida”, listou. 

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Programação – A programação do primeiro dia contou com a apresentação de cases de secretarias de educação com experiências de currículos em educação digital e midiática, com a Mesa Temática 1: “Do papel à prática: currículos de educação digital e midiática em ação pelo Brasil”. Além disso, houve o lançamento da 2ª Estratégia Brasileira de Educação Midiática e da pesquisa TIC Educação deste ano, realizada pelo CETIC.br.  

No período da tarde, ocorrem o painel “O cenário da educação digital e midiática no Brasil” e a Mesa Temática 2: “A importância da educação midiática no contexto da cidadania digital”. 

Ao longo da Semana, serão realizados eventos on-line com parceiros da Secom, como Serenas, Redes Cordiais e Palavra Aberta. A programação completa e as transmissões ao vivo estarão disponíveis no site do evento

Assessoria de Comunicação social do MEC, com informações da Secom 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC reconhece iniciativas que fortalecem alimentação escolar no país

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O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), realizou, nesta terça-feira, 23 de junho, o Prêmio PNAE 2026, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). A premiação reconheceu as iniciativas que fortaleceram o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e ampliaram o acesso dos estudantes a uma alimentação adequada, saudável e de qualidade.  

O evento reuniu em torno de mil pessoas, entre gestores, nutricionistas, merendeiras, agricultores familiares, pesquisadores e representantes da comunidade escolar. A programação incluiu a entrega de premiações e homenagens a ações voltadas à educação alimentar e nutricional, à participação social e ao incentivo à agricultura familiar, além de reconhecer as experiências que melhoram a alimentação oferecida nas escolas públicas. 

A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, que também é embaixadora da Alimentação Escolar Brasileira e Campeã da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) contra a fome, participou remotamente da cerimônia e destacou o protagonismo do Brasil na área da alimentação escolar.  

“Tenho muito orgulho de dizer que, quando o assunto é alimentação escolar, o Brasil lidera pelo exemplo. Eu sempre falo isto em todas as conversas internacionais e em todas as minhas falas nos eventos em que eu sou convidada a participar: ‘nós lideramos pelo exemplo na alimentação escolar’”.  

Na sequência, o secretário-executivo do MEC, Rodolfo Cabral, ressaltou o papel estratégico do PNAE na promoção da aprendizagem, da saúde e da inclusão social dos estudantes.  “O Programa Nacional da Alimentação Escolar, nosso PNAE, é um dos pilares desse esforço. É um programa que chega a todos os municípios brasileiros, dialoga com diferentes realidades e impacta diretamente a vida de milhões de estudantes”.  

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A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, ressaltou os avanços alcançados pelo PNAE nos últimos anos, resultado da prioridade dada pelo governo federal às áreas de segurança alimentar e educação. Ela recordou que a retomada das instâncias de participação social ligadas à alimentação escolar foi uma das primeiras medidas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2023, reforçando a gestão participativa e o diálogo com a sociedade.  

“A alimentação escolar vai muito além da oferta de refeições. Ela representa cuidado, segurança alimentar, fortalecimento da agricultura familiar e compromisso com a permanência dos estudantes na escola. Cada avanço no PNAE reflete a prioridade que o governo federal tem dado à educação e à garantia de direitos”.  

Premiações  Foram premiadas as melhores receitas da alimentação escolar. A iniciativa valorizou o trabalho de merendeiras, merendeiros e nutricionistas, responsáveis pela alimentação dos estudantes da rede pública de ensino. Ao todo, 55 receitas foram premiadas em todo o país. Cada merendeira vencedora recebeu R$ 5 mil, enquanto as escolas contempladas receberam R$ 8 mil para investimentos em equipamentos e melhorias na infraestrutura das cozinhas escolares. 

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O Prêmio contou ainda com painéis sobre o papel da alimentação escolar no combate à má nutrição, à promoção da educação alimentar e nutricional e à participação social para garantir o direito à alimentação adequada. Além disso, houve uma discussão sobre os desafios e as perspectivas para o futuro da alimentação escolar brasileira. 

Educação alimentar  O evento também destacou a Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). A ação incentiva escolas públicas de todo o país a desenvolverem atividades educativas que promovam hábitos alimentares saudáveis e fortaleçam a relação entre alimentação, educação e cidadania.  

Na 7ª edição, a Jornada mobilizou 2.838 escolas públicas de todo o país, das quais 817 concluíram todas as etapas previstas. Ao todo, 20 experiências foram selecionadas e receberão premiação de R$ 10 mil cada.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE

Fonte: Ministério da Educação

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