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Resolução do Comitê Interministerial de Saneamento Básico auxilia Agenda de Redução do Custo Brasil

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A Agenda de Redução do Custo Brasil, coordenada pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), ganhou um importante avanço com a aprovação pelo Comitê Interministerial de Saneamento Básico (CISB) da Resolução CISB nº 8. Com a decisão, que contou com a participação do MDIC, estabeleceu-se nova metodologia para avaliação das condicionantes de acesso a recursos públicos federais e financiamentos do setor de saneamento básico, o que deve uniformizar o entendimento jurídico sobre a verificação de exigências e conferir maior segurança jurídica no repasse e na concessão de financiamentos com recursos federais.

Atualmente, a Agenda de Redução do Custo Brasil conta com 43 projetos, dos quais 11 já foram concluídos e outros 32 estão em andamento. Entre as agendas prioritárias monitoradas pelo Grupo de Trabalho para Redução do Custo Brasil (GT-CB), no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), encontram-se a universalização do saneamento básico, ampliação e diversificação da matriz logística, acesso a crédito empresarial, expansão da banda larga, simplificação tributária, abertura do mercado de gás natural e acesso à energia elétrica competitiva.

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A nova Resolução, referente ao saneamento básico, busca contribuir para o alcance das metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento (Lei n° 14.026/2020), que estabelece a necessidade mínima de 99% da população brasileira contar com acesso à água potável e a 90% com coleta e tratamento de esgoto. De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SINIS/2023), 34 milhões de brasileiros, ou 16,9% da população, não têm acesso à água potável, enquanto 90 milhões, equivalente a 40,3%, não contam com coleta de esgoto.

A implementação da política federal de saneamento básico e a articulação da alocação de recursos entre órgãos e entidades federais está a cargo do Ministério das Cidades. A expectativa é de que a Resolução contribua para a melhoria do ambiente de negócios, reforce a segurança jurídica nos investimentos no setor e promova a competitividade da indústria brasileira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Cadernos de Gestão reúnem orientações para as redes de ensino

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G estores das redes estaduais, distrital e municipais de educação podem consultar seis Cadernos de Gestão com informações sobre políticas educacionais voltadas a diferentes modalidades da Educação Básica. As publicações reúnem marcos normativos, conteúdos e orientações relacionadas à gestão educacional e ao direito de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes. O material foi produzido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).

A iniciativa tem como objetivo contribuir para o debate público e oferecer apoio às redes de ensino na formulação, implementação e monitoramento de políticas, programas, processos e práticas de gestão voltados à promoção da equidade educacional. 

Para isso, estão disponíveis seis cadernos, com foco na educação básica, correspondentes às seguintes modalidades: 

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Os cadernos foram estruturados de forma a conectar saberes teóricos e marcos normativos, considerando os desafios e as especificidades presentes no cotidiano da gestão educacional. Os conteúdos e recomendações apresentados nas publicações buscam contemplar a diversidade de contextos dos diferentes entes federativos, enquanto as edições estão organizadas em capítulos que oferecem subsídios sobre sete dimensões, sendo elas: 

  • Relações federativas; 
  • Planejamento; 
  • Financiamento; 
  • Matrícula e composição de turmas; 
  • Alocação de profissionais; 
  • Formação de profissionais; 
  • Avaliação e monitoramento da educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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