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Ministério do Turismo e ANSEDITUR debatem ações conjuntas para 2026
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O ministro do Turismo, Celso Sabino, se reuniu nesta terça-feira (28.10) com o presidente da Associação Nacional de Secretários e Dirigentes de Turismo (ANSEDITUR) Ítalo Mendes, e a secretária executiva da entidade, Meyre France, para debater as principais agendas e eventos estratégicos da Associação para 2026, com o objetivo de fortalecer a parceria institucional entre as instituições.
“É fundamental fortalecermos essas parcerias para tornar cada vez nosso setor mais forte e produtivo, ampliando a capacidade de geração de emprego, renda e vetor de sustentabilidade”, afirmou o ministro, Celso Sabino.
Durante o encontro, foram discutidas ações conjuntas voltadas ao fortalecimento dos destinos turísticos brasileiros, como solicitação de apoio do Ministério do Turismo para os eventos que compõem o calendário nacional da Associação e a capacitação para os gestores municipais de turismo.
Para isso, a ANSEDITUR apresentou um projeto de qualificação e formação profissional que busca envolver as Secretarias Municipais de Turismo e ampliar a eficiência da gestão pública no setor.
Logo em seguida, o ministro Celso Sabino convidou ainda a Associação a ser parceiro na realização do Fórum Mundial de Turismo e Gastronomia, que acontecerá em Santarém (PA), em 2026, oportunidade em que deve acontecer também o Seminário de Destinos Turísticos da Amazônia — iniciativa que une cooperação, sustentabilidade e promoção do turismo amazônico.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



