CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

ReciclaJUD promove “disputa do bem” e transforma materiais recicláveis em renda e impacto social

Publicados

MATO GROSSO

O ReciclaJUD – edição sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) terá início nesta segunda-feira (03). A iniciativa é do Núcleo de Sustentabilidade do Poder Judiciário e está alinhada à Agenda 2030 da ONU, convertendo-se em um aprendizado que ultrapassa o ambiente profissional e alcança também a rotina em casa. Esta edição conta com parceria da Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP) do Poder Judiciário.
A “disputa do bem” propõe uma competição saudável entre gabinetes e áreas administrativas para ver quem arrecada o maior volume de materiais recicláveis — como papel, garrafas, recipientes de produtos de limpeza, PET, tampinhas e latinhas de alumínio.
Todo o material arrecadado será destinado à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (ASMATS), garantindo que o esforço coletivo se transforme em benefício direto às famílias de catadores.
“Mais do que uma campanha, o ReciclaJUD é uma forma de reunir servidores, magistrados e colaboradores em torno de uma causa que gera impacto real — ambiental e social”, explica Jaqueline Bagao Schoffen, gestora do Núcleo de Sustentabilidade.
De acordo com o edital, a pesagem dos materiais será realizada na Central de Resíduos do TJMT. “É uma disputa do bem, que vai garantir renda às famílias neste Natal, transformando o que seria descartado em oportunidade e dignidade. A ação tem um envolvimento social muito forte, pois queremos fomentar a arrecadação ao longo de novembro para que esses trabalhadores tenham um fim de ano melhor. Fora o fato de que são materiais que a gente gera no dia a dia e que não exigem nenhum esforço extra para separar”, reforça Jaqueline.
Além de estimular práticas sustentáveis, a iniciativa também contribui para o Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS), reforçando o compromisso institucional com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os ODS 11, 12 e 13.
Segundo o Edital nº 02/2025, as três unidades que arrecadarem o maior volume de recicláveis receberão troféus Ouro, Prata e Bronze, além de um brinde surpresa, em reconhecimento ao engajamento e ao espírito colaborativo. A premiação será entregue durante o evento de Natal do TJMT, em dezembro.
Período de coleta
A campanha ocorre de 3 de novembro a 5 de dezembro, com ponto de entrega na Central de Resíduos, localizada no edifício garagem embaixo da rampa de acesso, das 8 às 12h. Durante esse período, o Núcleo de Sustentabilidade e o Departamento de Qualidade de Vida farão o monitoramento semanal dos resultados.
A assessora do Núcleo de Sustentabilidade, Elaine Alonso, lembra que muitos dos materiais aceitos são de uso cotidiano: “Garrafas de água, refrigerantes, sucos, chás, embalagens de óleo, frascos de cosméticos, detergentes, entre outros. É tudo que comumente a gente gera em casa e manda para o lixo comum. Então, é só começar a separar e trazer para cá”, orienta.
O desembargador Rodrigo Curvo, coordenador do Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, destaca que ações como o ReciclaJUD fortalecem o compromisso institucional e aproximam o Poder Judiciário da comunidade. “O Tribunal tem papel estratégico na promoção de práticas sustentáveis, e iniciativas como esta demonstram que pequenas atitudes coletivas geram grandes impactos. Nosso objetivo é incentivar uma cultura permanente de cuidado com o meio ambiente e valorização do trabalho dos catadores”, afirma.
Saiba Mais
A primeira edição do ReciclaJUD foi realizada durante a Semana Nacional dos Juizados Especiais, quando foram arrecadadas quase nove toneladas de resíduos, todos destinados à reciclagem.

Autor: Patrícia Neves

Leia Também:  PM apreende adolescentes suspeitos por roubo a farmácia e apreende simulacro de arma de fogo

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

Publicados

em

“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

Leia Também:  Sefaz realiza pesquisa entre classe contábil sobre canais de atendimento

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA