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PM apreende adolescentes suspeitos por roubo a farmácia e apreende simulacro de arma de fogo

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Dois adolescentes, de 16 anos, foram apreendidos, nesta sexta-feira (11.10), suspeitos por roubo a uma farmácia, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

Equipes do 3º Batalhão recolheram um simulacro de arma de fogo utilizada no crime e recuperaram um celular, R$ 230 em espécie, diversos pacotes de chicletes, chocolates, camisinhas e outros produtos higiênicos.

Por volta das 2 horas da manhã, os policiais militares receberam denúncia sobre a invasão ao estabelecimento comercial cometida pelos suspeitos. Com auxílio das câmeras de segurança do local, as equipes identificaram a dupla, que já havia praticado outros roubos em dias anteriores.

Após o crime, eles fugiram em um veículo Fiat Pálio, cinza. A partir da placa do carro, os policiais se deslocaram até a casa de um dos indivíduos, no bairro Dr. Fábio, na Capital.

Durante abordagem, os militares encontraram alguns pertences roubados da farmácia, bem como, o simulacro de arma de fogo escondido embaixo do banco do carro. Em seguida, a Polícia Militar também foi até a casa do comparsa, no mesmo bairro.

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O adolescente foi flagrado com o aparelho celular da farmácia. Na ação, as equipes recuperaram, ainda, cinco pacotes de chocolate, três caixas de chocolate, trinta pacotes de chiclete, um desodorante, um protetor solar e três pacotes de camisinhas.

A dupla foi encaminhada à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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