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Cleitinho critica gasto com COP e rejeita indenização a famílias de mortos pela polícia

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Em discurso no Plenário do Senado nesta quarta-feira (5), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) criticou os gastos públicos com a Conferência do Clima da ONU, a COP 30, que começa em Belém (PA) na próxima semana. O parlamentar também condenou a possibilidade de pagamento de indenizações a familiares de pessoas mortas em operações policiais no Rio de Janeiro. Para Cleitinho, os recursos públicos deveriam ser usados em demandas sociais urgentes, como o saneamento básico, e não neste tipo de ação.

— Estão gastando quase R$ 6 bilhões com essa COP 30. Sabe quantos milhões de brasileiros não têm saneamento básico? São 49 milhões. E sabe qual é o investimento em saneamento hoje? R$ 300 milhões. Por isso é que eu não vou me calar aqui. Cabe a nós fiscalizar esses R$ 6 bilhões, fiscalizar centavo por centavo. E é isso que nós temos que fazer aqui: encaminhar tudo para o TCU [Tribunal de Contas da União] — declarou.

O senador também rebateu a suposta intenção do Ministério dos Direitos Humanos de indenizar famílias de mortos em confrontos com a polícia. Segundo ele, os mais de cem mortos na operação eram bandidos, e não vítimas da sociedade. Se o governo for indenizar alguma família, que seja as das vítimas da criminalidade, disse Cleitinho, que leu notícias de mortes em crimes por todo o Brasil. 

— No Espírito Santo, traficantes ligados ao CV mataram uma menina de 6 anos após confundirem carro da família com veículo de rivais. Eu faço uma pergunta: a família dessa menina de 6 anos também será indenizada ou vão ser só as famílias dos traficantes, só dos vagabundos, só dos bandidos, dos criminosos? Ou [também] as vítimas, as verdadeiras vítimas aqui, que eu acabei de mostrar para vocês — cobrou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Lei reconhece Ayrton Senna como Herói da Pátria

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Foi sancionada nesta quarta-feira (1º) a Lei 15.447/26, que reconhece Ayrton Senna oficialmente como Herói da Pátria. O nome do ex-piloto de Fórmula 1 será inscrito no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria.

O título de Herói ou Heroína da Pátria é concedido a personalidades que tiveram papel relevante na defesa ou na construção do Brasil. Criado em 1992, o livro é gravado em páginas de aço e fica em exposição no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Ayrton Senna conquistou três títulos mundiais de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e venceu 41 grandes prêmios ao longo da carreira. Em 2023, foi declarado Patrono do Esporte Brasileiro pela Lei 14.559/23. O piloto morreu em um acidente em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.

A homenagem a Senna foi proposta pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), por meio do Projeto de Lei 789/24. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em março, com parecer favorável da deputada Caroline de Toni (PL-SC) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e do deputado Defensor Stélio Dener (União-RR) pela Comissão de Cultura.

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Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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