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Nota MT divulga lista de sorteados com ingressos para etapa da Stock Car em Cuiabá

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O Programa Nota MT divulgou, nesta segunda-feira (10.11), o resultado do sorteio de 2 mil ingressos para a 10ª etapa da Stock Car, que será realizada no no próximo sábado (15), no Autódromo Internacional do Estado de Mato Grosso, localizado no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá. Ao todo, mais de 3 mil pessoas participaram do sorteio.

Promovido pela Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT), o sorteio contemplou cidadãos cadastrados no programa e residentes em Cuiabá e Várzea Grande, que pediram o CPF na nota entre os dias 9 de outubro e 8 de novembro deste ano. Para concorrer, era necessário ter ao menos um bilhete gerado no período.

Os contemplados devem realizar a retirada dos ingressos até às 23h59 desta terça-feira (11), por meio da plataforma Facepass. As entradas garantem acesso às arquibancadas dos setores sul e oeste do Parque Novo Mato Grosso.

Caso os contemplados não realizem a retirada dentro do prazo, os ingressos não resgatados serão redistribuídos aos classificados subsequentes. As novas listas de convocados e os respectivos prazos serão publicados no site do Nota MT.

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Os ingressos foram cedidos sem ônus ao Estado pela empresa promotora da Stock Car à Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e distribuídos pela Sefaz de acordo com critérios de transparência e rastreabilidade. Todo o processo será auditado pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), assegurando segurança e lisura em todas as etapas.

O sorteio foi realizado por meio do sistema eletrônico do Nota MT, com base no resultado da Loteria Federal do último dia 8 de novembro.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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