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Comunidade de União do Norte, em Peixoto de Azevedo, recebe Mutirão Eleitoral

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O distrito de União do Norte, no município de Peixoto de Azevedo (distante 727 km de Cuiabá), recebe um mutirão de atendimento da Justiça Eleitoral a partir desta segunda-feira (17). A ação se estende até quarta-feira (19), das 7h30 às 17h, na sala anexa à Escola Municipal Vida e Esperança, localizada na Fazenda Jarinã. A iniciativa é voltada ao cadastramento biométrico da comunidade rural. A expectativa é realizar cerca de 70 atendimentos. 

Além da biometria, são oferecidos os serviços de alistamento eleitoral (confecção do primeiro título), revisão de dados cadastrais, transferência, emissão de segunda via, de certidões e de guias para quitação de multas, além de outras possibilidades para a regularização do título. 

O eleitorado local não conta com transporte coletivo regular com destino à área urbana do município, onde está localizada a sede do Cartório da 33ª Zona Eleitoral. A distância entre os dois pontos é de cerca de 230 km. Desta forma, o objetivo do atendimento é promover o acesso da comunidade rural aos serviços essenciais da Justiça Eleitoral. O mutirão também busca proporcionar mais conforto e praticidade aos eleitores e eleitoras. 

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Atendimento  

Para atender à população, foram designados dois servidores da Justiça Eleitoral que vão operar kits biométricos. Os kits contêm computador portátil, câmera digital, pad para assinatura, scanner para coleta biométrica e case para ambientação e transporte de equipamentos. 

É necessário apresentar o documento oficial com foto, seja em versão física ou digital, e o comprovante de residência para a prestação dos serviços. Em caso de alistamento eleitoral para homens maiores de 18 anos, também é preciso levar o comprovante de quitação militar. 

Biometria 100%  

O mutirão integra a campanha “Biometria 100%”, o planejamento estratégico da Corregedoria Regional Eleitoral (CRE-MT) que busca ampliar a cobertura biométrica no estado para, pelo menos, 98% em 2025. 

Atualmente, Peixoto de Azevedo possui um eleitorado de 23.080 pessoas, sendo que 22.184 (96,12%) já realizaram a coleta e 896 (3,88%) não fizeram a biometria. Já no distrito de União do Norte, há 3.953 pessoas aptas a votar. Do total, 3.833 (96,96%) possuem a digital cadastrada, enquanto 120 (3,04%) não fizeram a biometria. 

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Estagiária: Laís Guilherme(supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

#PraTodosVerem – Imagem de uma vista aérea do distrito de União do Norte caracterizada por uma estrada pavimentada que a atravessa, dividindo-a. As construções são predominantemente baixas e simples, muitas com telhados de cor clara, espalhando-se em ambos os lados da via. O que chama a atenção é a terra vermelha que domina a paisagem, presente nos acostamentos, terrenos e caminhos laterais, indicando um solo rico em óxido de ferro, comum em regiões tropicais. Algumas árvores e vegetação esparsa adicionam um toque verde, contrastando com o vermelho, e ao fundo, o horizonte revela uma paisagem rural ou de planalto, sugerindo que a área urbana está cercada por campos ou florestas. 

Fonte: TRE – MT

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Artesanato indígena de MT vira destaque nacional e movimenta R$ 68 mil em um dia na Bienal de SP

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O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.

Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.

Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.

Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.

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“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.

Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.

Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.

“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.

Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.

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A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.

“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.

A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.

Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.

“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.

O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.

Fonte: Governo MT – MT

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