SAÚDE
Seleção de estudantes e residentes para o programa Vivências no SUS segue até 30 de novembro
SAÚDE
Segue até 30 de novembro o período de seleção de estudantes e residentes para o programa Vivências no SUS. A iniciativa promove imersão nos distintos espaços do Sistema Único de Saúde (SUS), estimulando experiencias e integração entre instituições de ensino, serviços de saúde e comunidade. O edital é destinado aos estudantes de graduação e ensino técnico em saúde – com idade igual ou superior a 18 anos –, além de residentes em saúde.
O intuito central da ação é melhorar a formação dos profissionais de saúde, alinhando-a às necessidades da rede pública de saúde. A expectativa é que esse resultado seja alcançado, por meio da promoção de práticas colaborativas, do trabalho em equipe e da equidade nos serviços. Além disso, o programa visa consolidar modelos assistenciais inovadores e contribuir para o fortalecimento do SUS em todo o país. O objetivo é garantir uma atuação mais humanizada, crítica e comprometida com a melhoria contínua da saúde pública.
As Vivências serão realizadas através do formato de imersão, na qual o grupo de participantes se reúne na localidade e fica integralmente disponível às atividades teóricas e práticas. O desenvolvimento das vivências apresenta como focos principais o estímulo dos viventes em defesa do SUS e a construção de uma sociedade equânime. O programa inova ao propor a ampliação do escopo das vivências, não apenas para estudantes, mas para outras quatro modalidades: residentes; docentes; trabalhadoras e gestores; além de movimentos sociais.
O programa Vivências no SUS é fruto da parceria entre Ministério da Saúde, Associação da Rede Unida e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A expectativa é que, ao final do processo, sejam fortalecidas redes de profissionais e cidadãos dedicados à defesa e ao aprimoramento do sistema de saúde pública brasileiro.
Victor Almeida
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Ministério da Saúde investe mais de R$ 22,4 milhões no fortalecimento a saúde indígena em Mato Grosso do Sul
Para ampliar a assistência à saúde indígena em Mato Grosso do Sul, o Ministério da Saúde destinou mais de R$ 22,4 milhões para a construção de uma Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) na Aldeia Água Branca, no município de Aquidauana, e para a ampliação da frota utilizada pelas equipes de saúde. O investimento contempla a entrega de 98 caminhonetes, sendo 64 disponibilizadas imediatamente e outras 34 nos próximos dias. O anúncio foi feito neste sábado (20), pela secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé.
Do total de recursos, R$ 21,38 milhões serão destinados à locação de 98 veículos e à disponibilização de 185 motoristas. Outros R$ 1,05 milhão serão investidos na ampliação da UBSI da Aldeia Água Branca, beneficiando diretamente 706 indígenas. Além da ampliação da unidade de saúde, Aquidauana e os demais municípios atendidos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS) serão contemplados com o reforço da frota utilizada pelas equipes de saúde indígena, ampliando a capacidade de atendimento nos territórios.
O contrato prevê a locação de veículos com motorista, manutenção, limpeza, seguro e franquia livre, garantindo melhores condições para o acesso das comunidades aos serviços de saúde. A iniciativa também contribuirá para agilizar o deslocamento das Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI), bem como a realização de vistorias em estruturas de saneamento e o transporte de insumos, medicamentos e equipamentos.
Para a secretária Lucinha, os investimentos são estratégicos e estão alinhados ao compromisso do Governo do Brasil com o fortalecimento da saúde indígena. “Esses investimentos reforçam o compromisso do governo com a ampliação do acesso à saúde, a qualificação da infraestrutura e o fortalecimento da atenção primária nos territórios indígenas. No DSEI Mato Grosso do Sul, as equipes dependem quase integralmente do transporte terrestre para percorrer os cerca de 250 mil quilômetros quadrados de área de atuação. Por isso, a disponibilidade de veículos adequados e em boas condições é fundamental para garantir a continuidade da assistência e evitar a descontinuidade do atendimento nas comunidades mais distantes”, completou.
O DSEI de Mato Grosso do Sul atende mais de 93 mil indígenas pertencentes a oito povos — Guarani, Kaiowá, Terena, Kadiwéu, Kinikinau, Ofaié, Guató e Atikum — distribuídos em 30 municípios do estado. Atualmente, a rede é composta por 81 Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI), 53 pontos de apoio e três Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casai).
Luiz Cláudio Moreira
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde

