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Prêmio Nacional do Turismo: conheça as três finalistas da categoria Mulheres Empreendedoras no Turismo

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Está aberta a votação popular nos “Profissionais de Destaque” da edição deste ano do Prêmio Nacional do Turismo, que valoriza ações inovadoras, sustentáveis e inspiradoras em todo o Brasil. As indicações do público podem ser feitas até a próxima segunda-feira (1º/12), por meio do site do Ministério do Turismo. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 3 de dezembro de 2025, no espaço Millennium Convention Center, às 18h.

Clique AQUI e escolha seu favorito!

Conheça um pouco do perfil dos selecionados que estão concorrendo na categoria “Mulheres Empreendedoras no Turismo”.

Leana Paula Bernardi – Turismóloga, mestre em Turismo e Hotelaria pela UNIVALI e gestora ambiental graduada pela University of Western Sydney, na Austrália. Atualmente, preside o Instituto Ambientes em Rede (IAR), onde lidera, desde 2010, o Programa Bandeira Azul, o mais reconhecido prêmio internacional para praias, marinas e embarcações de turismo. Como coordenadora nacional, conduz um programa que qualifica destinos e fortalece a imagem do Brasil no exterior. Em 2019, ampliou a atuação do IAR ao trazer para o país o Selo Green Key, certificação internacional para equipamentos de turismo, fortalecendo a transição do setor para práticas mais responsáveis e inovadoras. Com experiência no Brasil e no exterior, tem dedicado sua carreira à integração do turismo com o meio ambiente, atuando em diferentes biomas, do litoral ao Pantanal, sempre com foco no uso responsável dos recursos naturais. Recentemente, coordenou o Caderno de Turismo do Planejamento Espacial Marinho/SUL, reforçando seu compromisso com um turismo sustentável, inclusivo e de excelência.

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Luciana de Lamare – É uma das principais referências nacionais em turismo regenerativo e desenvolvimento territorial. Fundadora e presidente do Instituto Aupaba — única ONG brasileira com atuação exclusiva em design regenerativo — lidera projetos sociais, culturais e ambientais que unem inovação, ancestralidade e impacto positivo em diversos territórios do Brasil. Com mais de 20 anos de trajetória no setor, é especialista em Turismo Regenerativo com enfoque cultural, palestrante, escritora e gestora de projetos reconhecida por transformar o turismo em ferramenta de prosperidade, inclusão e sustentabilidade. Atua como articuladora entre comunidades, empresas e governos, conectando o turismo a políticas públicas, economia criativa e conservação ambiental. À frente de iniciativas premiadas, como “Regenerando Territórios – Amazônia Viva”, “Viver Territórios” e “Jornada Inovadora do Turismo”, vem reposicionando o Brasil como destino global de turismo responsável e regenerativo. Sua liderança inspira mulheres, empreendedores e gestores públicos a enxergar o turismo como força de regeneração social, cultural e ecológica.

Marianne de Oliveira Costa – Empreendedora social há 19 anos e apaixonada pelo Brasil, Marianne Costa é CEO e fundadora do Grupo Vivejar. Atua como consultora, facilitadora e palestrante em todas as regiões do país, com experiência em 46 projetos em 75 comunidades. Desde 2020, formou mais de 1.300 alunos por meio dos cursos do Instituto Vivejar. Fellow de programas internacionais de liderança feminina e finalista de prêmios do setor, foi indicada pela Nissan para carregar a tocha olímpica em 2016 por seu trabalho no Vale do Jequitinhonha. Trabalhou com governos, organizações nacionais e internacionais e negócios comunitários. Tem no Turismo Responsável e no Turismo de Base Comunitária suas estratégias de desenvolvimento. Cofundadora do Coletivo Muda e do Movimento Mulheres do Turismo em Rede, é ativista pela diversidade. Designer de experiências, coautora do livro “Turismo Responsável” e idealizadora do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável.

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SAIBA COMO VOTAR – Acesse premionacional.turismo.gov.br, escolha seu finalista de cada categoria, informe seu e-mail e confirme a validação enviada para sua caixa de entrada. Seu voto está registrado!

SOBRE O PRÊMIO – Considerado o “Oscar” do turismo brasileiro, o Prêmio Nacional do Turismo reconhece o trabalho, a criatividade e a dedicação de profissionais e iniciativas que impulsionam o setor em todo o país. Fruto de uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Conselho Nacional de Turismo (CNT), a premiação ajuda a consolidar o segmento como um vetor de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental no país.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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