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Ministério da Saúde dialoga sobre diagnóstico e monitoramento do cuidado de PVHA

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No primeiro dia das atividades oferecidas pelo Ministério da Saúde na Exposição 40 anos da resposta brasileira à aids, 02/12, a evolução e o uso de tecnologias foram destaques. Durante o evento, profissionais de saúde e sociedade civil dialogaram sobre o uso do Painel Integrado de Monitoramento do Cuidado das Pessoas Vivendo com HIV ou aids (Pimc) para formular e implementar estratégias e ações eficazes, que contribuam para a eliminação da epidemia como problema de saúde pública.

O painel apresenta informações sobre as etapas do cuidado contínuo das pessoas vivendo com HIV e/ou aids (PVHA), abrangendo diagnóstico, tratamento e supressão viral. Em sua palestra, a coordenadora de Vigilância Epidemiológica e Prevenção em Saúde (Covep) do Ceará, Maria Vilani, informou que utiliza a ferramenta nas turmas de qualificação de profissionais de saúde do estado.

40 anos de avanços no diagnóstico da infecção pelo HIV

Ainda no primeiro dia, técnicos(as) do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi/SVSA/MS) apresentaram as evoluções tecnológicas no diagnóstico de HIV. Em 1985, foram desenvolvidos os primeiros testes laboratoriais, no mercado internacional, comercializados no Brasil. No entanto, devido à alta sensibilidade, a ferramenta era útil para triagem, mas propenso a resultados falso positivos. Hoje, 40 anos depois, o Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de testes rápidos de qualidade, com resultados em cerca de 30 minutos. Além disso, o Brasil também conta com a possibilidade do teste duo, que detecta simultaneamente HIV e sífilis, facilitando a detecção dessas infecções.

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Para Jaciara Pereira, integrante da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e/ou Aids (RNP+ Brasil), as discussões realizadas nesse primeiro dia são muito importantes para a resposta ao HIV e à aids. “Precisamos evoluir nas temáticas trazidas aqui. A gente precisa expandir a questão do diagnóstico, principalmente na atenção primária”, alertou.

Exposição 40 anos da resposta brasileira à aids

Em 2025, o Ministério da Saúde comemora oficialmente os 40 anos da resposta nacional à epidemia de HIV e aids. Muitos foram os avanços da pauta, além dos diversos desafios ao longo dessas quatro décadas. Para marcar esta data, o Ministério da Saúde realiza, no SESI Lab, a exposição 40 anos da resposta brasileira à aids.

A mostra é um convite para reviver a história, resgatando as ações, estratégias, projetos e políticas públicas que colocaram o Brasil como referência global, destacando a parceria fundamental com a sociedade civil. A Exposição é aberta ao pública e poderá ser visitada entre os dias 2 de dezembro de 2025 e 30 de janeiro de 2025.

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Acesse a programação completa da exposição

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde investe mais de R$ 22,4 milhões no fortalecimento a saúde indígena em Mato Grosso do Sul

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Para ampliar a assistência à saúde indígena em Mato Grosso do Sul, o Ministério da Saúde destinou mais de R$ 22,4 milhões para a construção de uma Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) na Aldeia Água Branca, no município de Aquidauana, e para a ampliação da frota utilizada pelas equipes de saúde. O investimento contempla a entrega de 98 caminhonetes, sendo 64 disponibilizadas imediatamente e outras 34 nos próximos dias. O anúncio foi feito neste sábado (20), pela secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé.

Do total de recursos, R$ 21,38 milhões serão destinados à locação de 98 veículos e à disponibilização de 185 motoristas. Outros R$ 1,05 milhão serão investidos na ampliação da UBSI da Aldeia Água Branca, beneficiando diretamente 706 indígenas. Além da ampliação da unidade de saúde, Aquidauana e os demais municípios atendidos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul (DSEI-MS) serão contemplados com o reforço da frota utilizada pelas equipes de saúde indígena, ampliando a capacidade de atendimento nos territórios.

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O contrato prevê a locação de veículos com motorista, manutenção, limpeza, seguro e franquia livre, garantindo melhores condições para o acesso das comunidades aos serviços de saúde. A iniciativa também contribuirá para agilizar o deslocamento das Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI), bem como a realização de vistorias em estruturas de saneamento e o transporte de insumos, medicamentos e equipamentos.

Para a secretária Lucinha, os investimentos são estratégicos e estão alinhados ao compromisso do Governo do Brasil com o fortalecimento da saúde indígena. “Esses investimentos reforçam o compromisso do governo com a ampliação do acesso à saúde, a qualificação da infraestrutura e o fortalecimento da atenção primária nos territórios indígenas. No DSEI Mato Grosso do Sul, as equipes dependem quase integralmente do transporte terrestre para percorrer os cerca de 250 mil quilômetros quadrados de área de atuação. Por isso, a disponibilidade de veículos adequados e em boas condições é fundamental para garantir a continuidade da assistência e evitar a descontinuidade do atendimento nas comunidades mais distantes”, completou.

O DSEI de Mato Grosso do Sul atende mais de 93 mil indígenas pertencentes a oito povos — Guarani, Kaiowá, Terena, Kadiwéu, Kinikinau, Ofaié, Guató e Atikum — distribuídos em 30 municípios do estado. Atualmente, a rede é composta por 81 Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI), 53 pontos de apoio e três Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casai).

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Luiz Cláudio Moreira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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