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Agro-Pecuária CFM comercializa 1.136 touros Nelore CEIP em leilões de 2025 com faturamento de R$ 15 milhões

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A Agro-Pecuária CFM consolidou sua presença no mercado de genética bovina ao comercializar 1.136 touros Nelore CEIP ao longo de quatro leilões realizados em 2025, totalizando R$ 14,96 milhões em faturamento. Os animais foram adquiridos por 141 pecuaristas de 15 estados, evidenciando a ampla aceitação da genética CFM em diferentes regiões do país.

Satisfação e recompra comprovam confiança na genética CFM

Segundo Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da CFM, o resultado reflete a confiança dos criadores na qualidade dos touros.

“Concluímos com muito sucesso mais um ano de vendas de touros Nelore CEIP da CFM. Nos dá muita satisfação acompanhar o excelente índice de recompra da nossa genética. Criadores de diferentes regiões, com condições específicas de clima e geografia, voltam aos nossos leilões ano após ano”, afirma.

A gerente ressalta que a genética oferecida contribui diretamente para o aumento da produtividade na pecuária, reforçando a importância do investimento contínuo em touros de alto padrão.

Destaque para o Megaleilão de agosto

Entre os quatro eventos realizados em 2025, o Megaleilão de agosto se destacou, comercializando 455 touros jovens com média de R$ 17,1 mil por animal. O leilão contou com 59 compradores de nove estados, consolidando a CFM como referência nacional em genética Nelore CEIP.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de milho para silagem recua no Rio Grande do Sul após impactos climáticos na safra 2025/26

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A safra de milho destinada à produção de silagem no Rio Grande do Sul encerra o ciclo 2025/26 com redução na produtividade e no volume colhido. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a colheita já ultrapassa 99% da área cultivada no estado, consolidando um cenário marcado pelos impactos das adversidades climáticas ao longo da temporada.

De acordo com a entidade, as geadas registradas durante o ciclo produtivo comprometeram parte das lavouras implantadas mais tardiamente. Muitas dessas áreas, inicialmente planejadas para a produção de grãos, foram redirecionadas para a ensilagem diante da perda de potencial produtivo e da inviabilidade de completar adequadamente o ciclo para colheita de grãos.

Geadas alteraram o destino das lavouras

A mudança de estratégia permitiu aos produtores aproveitar a biomassa disponível e reduzir parte dos prejuízos causados pelas baixas temperaturas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o redirecionamento das áreas para a produção de silagem foi uma alternativa para preservar valor econômico das lavouras afetadas, garantindo o abastecimento de alimento para os rebanhos e minimizando perdas na atividade pecuária.

Produtividade fica abaixo da estimativa inicial

A produtividade média estadual foi revisada para 36.878 quilos por hectare, resultado que representa queda de 3,8% em relação à projeção inicial de 38.338 quilos por hectare, divulgada no período de plantio.

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O desempenho reflete os efeitos das condições climáticas adversas registradas ao longo da safra, que impactaram diretamente o desenvolvimento das plantas e o potencial produtivo das lavouras.

Área cultivada também apresenta redução

A área efetivamente cultivada com milho para silagem no Rio Grande do Sul totalizou 349.085 hectares, segundo dados do IBGE.

O número representa retração de 2% em comparação à safra 2024/25, quando foram cultivados 356.300 hectares.

A redução da área, somada à menor produtividade observada durante o ciclo, contribuiu para a diminuição do volume final produzido no estado.

Produção estadual recua em relação à safra anterior

Com os ajustes realizados ao longo do acompanhamento da safra, a produção gaúcha de milho para silagem foi estimada em 12,87 milhões de toneladas.

O resultado é 0,7% inferior ao registrado na temporada anterior, quando a colheita alcançou 12,96 milhões de toneladas.

Na comparação com a previsão inicial para a safra 2025/26, que indicava potencial de 14,03 milhões de toneladas, a redução chega a 8,3%.

Clima foi principal fator de impacto

A revisão das estimativas confirma que os eventos climáticos tiveram influência decisiva sobre o desempenho da cultura no estado. Além das geadas, as oscilações climáticas observadas ao longo do ciclo limitaram o rendimento das lavouras e reduziram o potencial produtivo inicialmente projetado.

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Mesmo diante dos desafios, a rápida adaptação dos produtores permitiu o aproveitamento de parte das áreas afetadas, garantindo oferta de silagem para a pecuária gaúcha e reduzindo os impactos econômicos da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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