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Ministério do Turismo participa de reunião de balanço do Comitê Interministerial de Saneamento Básico
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O secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos no Turismo do Ministério do Turismo, Carlos Henrique Sobral, participou nesta terça-feira (16/12), da 8ª Reunião Extraordinária do Comitê Interministerial de Saneamento Básico (CISB). O grupo foi criado para impulsionar avanços em diversas instâncias do setor no Brasil, dispondo de Câmaras Técnicas para elaborar estudos que subsidiem a tomada de decisões.
No encontro, o secretário Carlos Henrique destacou o esforço e o compromisso do Ministério do Turismo com avanços na área, ao ressaltar que o órgão atua em obras de saneamento básico nos diversos destinos turísticos do país. A reunião também marcou a apresentação do relatório de atividades do Comitê de 2025, envolvendo as principais realizações e desafios enfrentados no período.
Além disso, foi apresentado um panorama das atividades do Grupo de Trabalho do Plano Nacional de Saneamento Básico. O CISB é composto por nove ministérios, como o do Turismo, e presidido pela Pasta das Cidades, incluindo ainda órgãos a exemplo da Casa Civil da Presidência da República; do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Fazenda, entre outros.
Para 2026, a expectativa é dar continuidade à implementação das resoluções aprovadas, ao acompanhamento dos estudos elaborados pelos grupos de trabalho e à consolidação de novas diretrizes para o aprimoramento da governança e da sustentabilidade do saneamento básico no Brasil.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial
O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.
O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.
O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.
Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.
Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.
São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação


