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Decreto regulamenta Lei Paul Singer e fortalece a economia solidária no Brasil
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Foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (22) o Decreto nº 12.784, que regulamenta a Lei nº 15.068/2024, conhecida como Lei Paul Singer. A norma estabelece diretrizes para os empreendimentos de economia solidária, institui a Política Nacional de Economia Solidária e cria o Sistema Nacional de Economia Solidária.
O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante as comemorações do Natal dos Catadores e Catadoras, realizadas na última sexta-feira (19), em São Paulo. A Lei Paul Singer, sancionada em dezembro de 2024, teve sua regulamentação atribuída ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes).
Durante as celebrações do Dia Nacional e Internacional da Economia Solidária, realizadas na última segunda-feira (15), o secretário da Senaes, Gilberto Carvalho, já havia antecipado a expectativa de que o decreto fosse assinado ainda este ano. Segundo ele, a regulamentação era um compromisso assumido para 2025.
“É com muita alegria e graças a um trabalho coletivo que entregamos o texto do decreto de regulamentação. Esse processo contou com a participação do Conselho e do Fórum Nacional de Economia Popular e Solidária”, destacou Carvalho.
A publicação do decreto representa um marco importante para a efetivação da Lei Paul Singer, ao permitir a implementação prática das políticas públicas voltadas ao fortalecimento da economia solidária em todo o país.
Confira aqui a íntegra do Decreto nº 12.784, de 19 de dezembro de 2025.
Confira também a Lei Paul Singer (Lei nº 15.068), clicando aqui.
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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