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Resolução regulamenta apoio financeiro do Toda Matemática
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O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta terça-feira, 23 de dezembro, a Resolução CD FNDE nº 24/2025, que regulamenta o apoio financeiro do eixo de orientação curricular do Compromisso Nacional Toda Matemática, com o objetivo de assegurar aos estudantes da educação básica o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a matemática. A resolução organiza as formas de apoio financeiro direto às escolas e estabelece critérios para repasse e formas de uso dos recursos financeiros, que se destinam à diversificação de insumos pedagógicos para apoiar o eixo de orientação curricular da política.
Os entes federados podem aderir ao compromisso no período de 22 de dezembro a 22 de janeiro de 2026 pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Com o objetivo de orientar as redes sobre a adesão, o ministério realizou, na segunda-feira (22), um webinário no canal do MEC no YouTube.
O Decreto nº 12.641/2025 institui os cinco eixos de atuação do compromisso: governança e gestão; formação de profissionais da educação; orientação curricular; avaliação da aprendizagem; e práticas pedagógicas. Ao MEC, cabe a responsabilidade de elaborar diretrizes, orientações, materiais didáticos e mecanismos de apoio às redes de ensino para fortalecer a implementação do currículo de matemática e a recomposição das aprendizagens.
Considerando a complexidade inerente ao ensino e à aprendizagem desse componente curricular, o MEC está elaborando orientações específicas, articuladas e atualizadas que sirvam de referência para os estados, os municípios e o Distrito Federal no desenvolvimento de habilidades essenciais, progressões de aprendizagem, processos formativos, estratégias de recomposição, metodologias ativas, uso de materiais didáticos e integração com instrumentos de avaliação, bem como apoio financeiro via PDDE Toda Matemática para escolas com menor nível socioeconômico e menores resultados de aprendizagem nesta área de conhecimento.
A Portaria nº 835/2025, que regulamenta o eixo de orientação curricular do Compromisso Nacional Toda Matemática, dá efetividade a essas atribuições para organizar o funcionamento do eixo de orientação curricular e estabelece um marco orientador, funcionando como instrumento de indução nacional alinhado às metas do Plano Nacional de Educação (PNE), ao mesmo tempo em que respeita a autonomia dos sistemas de ensino para adequações locais. Ao detalhar responsabilidades, fluxos, instrumentos e expectativas, a portaria favorece uma maior simetria federativa na oferta de condições pedagógicas para a aprendizagem em matemática.
Organização – A Portaria estrutura o Eixo III a partir dos seguintes elementos: diretrizes gerais e finalidades; organização das ações e orientações curriculares; responsabilidades da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal; arranjos de governança; e mecanismos de monitoramento. O eixo é organizado a partir de uma lógica sistêmica, articulando currículo, formação, avaliação e materiais pedagógicos.
Essa articulação é essencial, uma vez que o decreto estabelece a necessidade de coerência interna entre os eixos do Compromisso, com o intuito de garantir resultados estruturantes em médio e longo prazo. A Portaria, ao explicitar essa coerência, assegura que a política se materialize como estratégia integrada, e não como conjunto de ações isoladas.
Os critérios, valores e procedimentos de execução financeira ou operacional são regulamentados por meio da Resolução nº 24/2025, do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), entidade ligada ao MEC.
Assessoria de Comunicação Social, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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