CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

A maior festa de réveillon do mundo é do Brasil!

Publicados

BRASIL

O Brasil encerra o ano com um reconhecimento histórico que reforça ainda mais o potencial turístico do país no cenário internacional. Nesta terça-feira (30/12), a cidade do Rio de Janeiro recebeu oficialmente o título de maior réveillon do mundo pelo Guinness Book, o livro dos recordes. A conquista celebra a grandiosidade da festa que encanta o planeta e coloca o Brasil no centro das atenções durante a virada de ano.

A certificação levou em conta não apenas a multidão que lota as areias das praias cariocas, mas também a dimensão grandiosa da estrutura montada para o evento. O Réveillon do Rio é um espetáculo que une organização, segurança e entretenimento, reunindo anualmente milhões de moradores e turistas na orla de Copacabana em uma celebração de paz e alegria que já se tornou cartão-postal do Brasil.

Esse prêmio chega em um momento de ouro para o turismo nacional. Até novembro de 2025, o Brasil recebeu 8 milhões de visitantes internacionais. Deste total, 1,9 milhão escolheram o Rio de Janeiro como destino, confirmando a Cidade Maravilhosa como uma das principais portas de entrada do país e um ícone do turismo mundial.

Leia Também:  MTE debate modernização do PAT com setor de benefícios e reforça compromisso com equilíbrio e concorrência

O maior do mundo – Os números justificam o título de maior festa de virada do ano do mundo. Para este ano, o réveillon do Rio contará com 70 atrações espalhadas por 13 palcos, sendo três deles na icônica praia de Copacabana e outros dez distribuídos por diferentes regiões da cidade, democratizando a festa.

O momento mais aguardado, a tradicional queima de fogos, terá duração de 12 minutos, iluminando o céu carioca. A expectativa é que mais de 2,5 milhões de pessoas acompanhem a virada do ano somente na faixa de areia de Copacabana, criando uma imagem inesquecível de uma multidão vestida de branco celebrando a chegada de 2026.

Turismo em alta – A movimentação nas ruas reflete diretamente na economia e no setor hoteleiro. A expectativa é que, na noite da virada, a rede hoteleira em Copacabana atinja 98% de ocupação, operando praticamente em sua capacidade máxima.

A alta procura não se restringe apenas ao palco principal da festa. Hotéis na Barra da Tijuca, São Conrado, Botafogo e no Centro da cidade também registram grande fluxo de hóspedes. Uma pesquisa divulgada pelo HotéisRIO aponta que a média de ocupação na cidade para o período de 31 de dezembro de 2025 a 3 de janeiro de 2026 está em 87,1%. O número supera o registrado no mesmo período do ano anterior, que foi de 86,51%, sinalizando um verão de excelentes resultados para o turismo carioca e brasileiro.

Leia Também:  MME destaca modernização das redes e segurança energética em debate sobre futuro do setor elétrico

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Propaganda

BRASIL

MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

Publicados

em

Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

Leia Também:  MJSP e ONU lançam Metodologia Famílias Fortes, de prevenção ao uso de álcool e outras drogas

Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

Leia Também:  MEC e MTur garantem descontos em hotéis para professores

Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA